Sindsep/MA realiza palestra sobre saúde emocional e suicídio

O Sindsep/MA vai realizar no próximo dia 30 de setembro, às 16h, uma palestra online, com a psicóloga Cátia Amorim Sá, sobre saúde emocional e suicídio devido a alusão ao mês de Setembro (mês do combate e prevenção ao suicídio).

O evento será voltado para os diretores e delegados sindicais de base da entidade.

Cátia Amorim é psicóloga, pós-graduanda em sexualidade, pós-graduanda em saúde individual e coletiva.

Setembro Amarelo

Setembro Amarelo é o mês dedicado à prevenção do suicídio. Trata-se de uma campanha, que teve início no Brasil em 2015, e que visa conscientizar as pessoas sobre o suicídio, bem como evitar o seu acontecimento.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, o que significa que o suicídio mata mais brasileiros do que doenças como a AIDS e o câncer.

O assunto é envolto em tabus, por isso, defende-se que a discussão sobre a tema é uma forma de entender quem passa por situações que levem a ideias suicidas, podendo ser ajudadas a partir do momento em que as mesmas são identificadas.

As situações que levam a esse fim podem surgir de quadros de depressão, bem como do consumo de drogas.

Origem do Setembro Amarelo

O Setembro Amarelo começou nos EUA, quando o jovem Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio, em 1994.

Mike era um rapaz muito habilidoso e restaurou um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou conhecido como “Mustang Mike”. Seus pais e amigos não perceberam que o jovem tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte.

No dia do velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas. Dentro deles tinha a mensagem “Se você precisar, peça ajuda.”. A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de apoio.

Em consequência dessa triste história, foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio, o laço amarelo.

Ebserh convoca 38 candidatos aprovados para o HU-UFMA

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) convocou, no dia 14/09, 38 candidatos aprovados no Concurso Nacional 01/2019 para o Hospital Universitário da UFMA (HU-UFMA). A estatal, em conjunto com outros órgãos, conseguiu reverter o entendimento da Procuradoria-geral da Fazenda Nacional, acerca da Lei Complementar 173/2020, que impedia a realização de contratações para substituir profissionais que se desligaram antes do dia 28 de maio de 2020 (início da vigência da lei complementar). O novo entendimento da PGFN, defendido pela Ebserh, é de que as reposições de vacâncias poderão ser feitas sem um limite temporal.

“Sempre lutamos para dar início às contratações, pois esses profissionais vão nos ajudar imensamente a continuar prestando um trabalho de excelência nos nossos hospitais. Foi essencial termos chegado a esse entendimento e poder iniciar essas convocações”, destacou o Diretor de Gestão de Pessoas da Ebserh, Rodrigo Barbosa.

Ainda está em vigor decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região que determina à Ebserh convocar prioritariamente os candidatos com deficiência aprovados em todos os concursos da empresa, a fim de que se cumpra a cota mínima legal. Mas, a partir de agora, a empresa poderá continuar realizando convocações de candidatos com deficiência (PCD), naqueles cargos onde há lista de candidatos com deficiência aprovados, mas também da lista da ampla concorrência e da lista de candidatos negros ou pardos (PNP), no caso de cargos que não contam com candidatos com deficiência aprovados.

“Vamos continuar trabalhando tendo como objetivo dar as melhores condições para os nossos empregados e para as unidades hospitalares”, finalizou Rodrigo Barbosa.

Fonte: UFMA

Confira vídeo “verdades e mentiras sobre a reforma Administrativa de Bolsonaro”

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O governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) enviou ao Congresso Nacional no início deste mês o projeto de reforma Administrativa que prejudica o serviço público e ataca o funcionalismo, como se professores, fiscais do trabalho e do meio ambiente e outras categorias fossem marajás, mas não toca nos privilégios de juízes, militares, deputados, senadores e procuradores, com seus salários milionários e penduricalhos.

Governo trata como marajá servidor que ganha pouco e privilegia quem ganha muito

Os detalhes da proposta não são completamente conhecidos, o que se sabe é  que o governo mantém a perseguição aos servidores, dando a entender que, além de ganharem muito, o país tem concursados demais. Ninguem fala que o governo não está repondo sequer as vagas dos que se aposentaram, morreram ou mudaram de área prejudicando o atendimento à população.

Reconta Aí explica, em vídeo, a verdade sobre a reforma Administrativa proposta pelo governo de Jair Bolsonaro. Confira!