Governo ataca mais uma vez o setor público
Greve geral: após atos pela educação, ideia é “parar tudo” em 14 de junho

Os estudantes, professores, profissionais da educação e a classe trabalhadora como um todo, encheram as ruas de São Luís no último dia 30 maio, para lutarem contra os cortes na educação, anunciados pelo ministro Abraham Weintraub e contra a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL), rumo à greve geral do dia 14 de junho.
Milhares de pessoas imortalizaram o 30m, que será contado para as futuras gerações como um dos atos mais bonitos realizados pela sociedade civil organizada.
Foi uma atividade pacífica, que tinha como finalidade precípua, repassar para a sociedade todas as mazelas do desgoverno Federal, que infelizmente, tem como alvo a penalização da classe trabalhadora.
O Sindsep/MA mobilizou a sua Direção e a base, e caminhou junto com o universo da educação (alunos, professores e profissionais da educação) por uma educação pública e de qualidade, por melhorias de infraestrutura nas universidades e institutos, e pela valorização dos professores.
As atividades do 30m também aconteceram em todo o Brasil com a participação de milhares de pessoas.
São Paulo
Em São Paulo, uma multidão de mais de 200 mil pessoas, se reuniu no fim da tarde, no Largo da Batata, na zona oeste da cidade.
Alagoas
Na capital de Alagoas, Maceió, os estudantes e a população em geral se reuniram na Praça do Centenário, bairro do Farol.
Amapá
Em Macapá, o ato foi realizado na Praça da Bandeira, no centro da capital amapaense.
Salvador
Mais de 20 mil pessoas no bairro Campo Grande, outras milhares nas praças e largos nas demais cidades do Estado atenderam ao chamado no Segundo Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Educação e contra Reforma da Previdência.
Fortaleza
Mais de 100 mil pessoas se reuniram na Praça da Gentilândia, no bairro Benfica, onde pediram #ForaBolsonaro, no ato da Greve Nacional da Educação.
Goiânia
A passeata em Goiânia seguiu pela Avenida Goiás, no Centro, chegando à Praça do Bandeirante.
Mato Grosso
Na capital, Cuiabá, mais de 5 mil estudantes e trabalhadores foram às ruas da capital matogrossense.
Minas Gerais
Milhares de pessoas se reuniram na Praça Afonso Arinos, no centro de Belo Horizonte.
Pará
A concentração do ato #30M foi na Praça da República, no bairro Campina.
Paraíba
Na capital da Paraíba, João Pessoa, a concentração do ato foi no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
Paraná
Em Curitiba, onde o presidente Lula, vem sendo mantido como preso político, desde o dia 7 de abril de 2018, os paranaenses fizeram o ato na Praça Santos Andrade, no centro.
Pernambuco
Na capital pernambucana, a concentração foi na rua Aurora, no bairro Santo Amaro, de onde saíram em passeata.
Rio de Janeiro
Em frente à Assembleia Legislativa do Estado houve uma aula pública e uma intervenção teatral. Depois os estudantes saíram em passeata até a Candelária, onde o ato reuniu milhares de pessoas.
Rio Grande do Norte
Na capital do Rio Grande do Norte, Natal, milhares de pessoas saíram às ruas em defesa da educação, contra a reforma da Previdência e em apoio à greve geral no dia 14 de junho.
Sergipe
Mais de 30 mil pessoas saíram ás ruas de Aracaju, onde se concentraram na Praça General Valadão, região central. Os manifestantes saíram em caminhada pela Avenida Hermes Fontes, uma das mais importantes da cidade. O ponto final foi no terminal de integração do DIA – Distrito Industrial de Aracaju, onde circula grande parte das linhas urbanas de transporte público.
No exterior
Inglaterra
Em Londres, os ativistas que fazem parte do movimento Academics for freedom Brazil, também engrossaram o coro contra os cortes de 30% na educação.
Suíça
Manifestantes em tom de ironia fizeram o ‘Piquinipe da Balbúrdia”.

Greve Geral
E já tem atos rumo a greve geral do dia 14 de junho confirmados em 24 capitais, no Distrito Federal e mais de 150 cidades das Regiões Metropolitanas e do interior dos estados, segundo levantamento feito pelas CUTs estaduais e pela UNE.
Com informações da CUT
Ontem, 30, Sindsep/MA, CUT, centrais, sindicatos, estudantes, professores, profissionais da educação e a sociedade civil organizada, realizaram um grande ato contra os cortes na educação, anunciados pelo ministro Abraham Weintraub e contra a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL), rumo à greve geral do dia 14 de junho.

Os atos aconteceram em todo o Brasil, e foram convocados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), que é veementemente contrária ao projeto de país de Bolsonaro, que quer destruir a educação e a aposentadoria, acabar com o patrimônio público, as empresas estatais e destruir movimentos sindical.
Em São Luís, a concentração da mobilização aconteceu na Praça Deodoro, de onde saíram em caminhada até a Praça dos Catraieiros, na Praia Grande, onde aconteceu o encerramento da atividade.
As atividades também aconteceram em outras cidades do interior do Maranhão, como Bacabal (Praça Silva Neta), Pinheiro (Praça Centenário) e Timon (Praça São José).
No Diário de segunda-feira, 03, serão repassadas mais informações sobre as mobilizações realizadas nesta quinta.
Greve Geral
E já tem atos rumo a greve geral do dia 14 de junho confirmados em 24 capitais, no Distrito Federal e mais de 150 cidades das Regiões Metropolitanas e do interior dos estados, segundo levantamento feito pelas CUTs estaduais e pela UNE.
Com informações repassadas pela CUT.
O Sindsep/MA, CUT, demais centrais, sindicatos, estudantes, professores e profissionais da educação, realizam hoje, 30, às 15, um grande ato em defesa da educação pública de qualidade e contra os cortes anunciados pelo Governo Federal.
A estimativa dos organizadores é que o evento siga os moldes do ato de 15 de maio, onde milhares de pessoas encheram as ruas de São Luís, e também em várias cidades do Maranhão.
A concentração do evento vai ser na Praça Deodoro, de onde sairão em caminhada até a Praça dos Catraieiros, na Praia Grande, onde acontecerá o encerramento da atividade.
O Sindsep/MA convoca toda a sua base para participar do evento, que defende a educação, e repudia os cortes nos orçamentos das universidades públicas e institutos federais e é contra a Reforma da Previdência.
A CUT também emitiu nota mobilizando toda a sua base, endossando, que a atividade de hoje, coloca a classe trabalhadora e setores cada vez mais amplos da sociedade em movimento contra as políticas desastrosas do desgoverno Bolsonaro.
Dia 15 de maio
O Sindsep/MA, assim como a totalidade do movimento social, enxerga a atividade realizada no último dia 15 de maio, como um momento ímpar na política atual do Brasil.
Segundo lideranças sindicais e sociais, as mobilizações devem continuar junto à sociedade, como a coleta de assinaturas do abaixo assinado contra a Reforma da Previdência, panfletagem e a intensificação da pressão aos deputados e senadores em suas bases eleitorais – pressão sobre vereadores, prefeitos e cabos eleitorais –, “denunciando os apoiadores da reforma como inimigos da classe trabalhadora”.
Vamos para as ruas.
Precisamos mostrar que juntos somos mais fortes.