Dia Internacional da Mulher será marcado por manifestações pelo Brasil

Amanhã, 08 de março, Dia internacional da Mulher, os movimentos feministas tomarão novamente as ruas de mais de cidades pelo Brasil.

Em são Luís, a atividade vai acontecer na Praça Deodoro, a partir das 15h.

Ainda amanhã, a historiadora Cláudia Garcez, fará uma palestra sobre a “Democracia e protagonismo feminino”, às 9h, no auditório do Sindipemma (Rua Direita, 128, Centro).

Em todo o Brasil o movimentos feminista caminhará sobre o lema “Pela vida das mulheres, contra a fome, o desemprego e a carestia – Bolsonaro Nunca Mais!”, movimentos feministas voltarão a ocupar espaços públicos com as lutas da mulheres.

“Este ano vamos com tudo para as ruas para fazer mais uma vez um grande 8 de março. É um ano de eleição em que temos a responsabilidade de escolher o futuro que queremos para nós mulheres. É o ano para varrermos Bolsonaro do mapa e elegermos Lula novamente”, diz Juneia Batista, secretária da Mulher Trabalhadora da CUT.

A Condsef

As servidoras públicas federais de todo o Brasil devem se mobilizar para participar dos atos que irão marcar o Dia Internacional das Mulheres neste 8 de março, em todo o país. Além de ter uma pauta importante em defesa da luta das mulheres e do Brasil, o 8 de março entrou no calendário do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) como momento que dará início a mobilização nacional dos servidores públicos. Uma mobilização pela recomposição inflacionária emergencial de seus salários e em defesa dos serviços públicos.

Na pauta do dia 8, além do fim da violência contra as mulheres, do machismo, racismo, fome, a carestia, a violência, o desemprego e pelo fim do governo Bolsonaro, está a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e de todos os demais serviços públicos. As servidoras ainda lutam pela revogação da Emenda Constitucional-95 e pelo cancelamento da Reforma Administrativa (PEC-32).

A Chapa “Força para Lutar, Unir e Vencer” ganha as eleições e terá a responsabilidade de comandar o Sindsep/MA no triênio 2022/2025

O Sindsep/MA tem uma nova Direção e Conselho Fiscal eleitos para o triênio 2022/2025.

A Chapa “Força para Lutar, Unir e Vencer” encabeçada pelo servidor do Instituto Federal do Maranhão – IFMA, João Carlos Lima Martins, fundador do Sindsep/MA, após três dias de uma votação intensa, enfim pôde comemorar a vitória, e assim, começar a programar a luta da categoria para os próximos 3 (três) anos.

O desafio é conduzir o Sindsep/MA na atual conjuntura, e buscar, junto ao campo democrático e progressista, a mudança de governo, para que dessa forma, a classe trabalhadora possa ter de volta os direitos que foram retirados por governos elitistas que estiveram à frente do Brasil.

O Governo Bolsonaro trouxe grandes estragos ao país e aos servidores federais. Foram intensas mobilizações e atividades que buscaram combater os desmandos do Planalto, que a todo momento massacrava a classe trabalhadora. A batalha é fazer esse contraponto e propor as reformas sociais que são de grande importância para o desenvolvimento do país.

“Precisamos ter a clareza que a conjuntura ainda é muito adversa à realidade dos trabalhadores. Os últimos anos foram marcados por Governos sem nenhum compromisso com o social, e por consequência, com o serviço público nas três esferas (federal, estadual e municipal). Precisamos de um novo Brasil. E é esse país que iremos buscar nesse ano de 2022 com a proposição de um governo democrático e progressista. E novamente o Sindsep/MA se colocará dentro desse processo na busca de uma sociedade mais igualitária”, declarou João Carlos Lima, presidente eleito do Sindsep/MA.

Trabalhadoras e trabalhadores rejeitam proposta da Ebserh

Em assembleia realizada pelo Sindsep/MA, hoje, 24 de fevereiro, no Hospital Universitário Presidente Dutra, as trabalhadoras e trabalhadores da Ebserh no Maranhão, decidiram por não aceitar a última proposta apresentada pela Empresa.

Assembleias similares aconteceram em todo o Brasil e o resultado será informado à direção da empresa em reunião agendada para amanhã, 25.

Em sua última proposta a direção da Ebserh apresentou reajuste de 10,38% na tabela salarial vigente de todos os empregados a ser aplicado a partir de março de 2022. Não há retroatividade nesse percentual. A proposta de reajuste ainda está condicionada a alteração da base de cálculo da insalubridade, ponto considerado inegociável pelos empregados.

Em live que aconteceu no último dia 17, a maioria apontou o sentimento de desvalorização da empresa e indignação pela insistência na retirada de direitos adquiridos. As entidades reforçaram a importância da participação ampla nas assembleias e a continuidade do processo de mobilização.

Proposta da empresa Riscos e esclarecimentos

 Na carta, tabelas comparativas auxiliam os empregados e empregadas para que possam fazer uma análise mais completa. Numa avaliação ampla, as entidades consideram a proposta da empresa “frágil”.

Além de não ter retroatividade e estar condicionado à mudança de cálculo de insalubridade, o percentual de aumento é considerado muito baixo em relação à inflação acumulada no período. Para alguns cargos o acréscimo de 10,38% é ínfimo em relação à defasagem salarial. Para os profissionais que hoje recebem insalubridade sobre o salário mínimo não há ganho ou reposição inflacionária. Os profissionais que hoje recebem sua insalubridade sobre o salário base perceberão ao longo do tempo um declínio nos reajustes do adicional.

Com informações da Condsef