Assinatura de aditivo ao ACT deve ser feita até o fim de fevereiro, diz Ebserh

Em reunião da Condsef/Fenadsef com Ebserh na última terça-feira, 19, Rodrigo Barbosa, Diretor de Gestão de Pessoas da empresa pública, se comprometeu a assinar o Termo Aditivo para prorrogação do atual ACT, até 28 de fevereiro. Também participou do encontro a Comissão Nacional de Negociação dos empregados da empresa. “O documento precisa ser firmado para continuar o atual acordo e para a tranquilidade dos empregados públicos federais”, disse o secretário-geral da Condsef/Fenadsef, Sérgio Ronaldo da Silva.

Para o representante da Confederação, após a assinatura e garantia de manutenção do acordo vigente, o diálogo com a Ebserh evoluirá para discussão sobre as novas propostas inseridas no ACT 2019-2020. As reivindicações do documento incluem reajustes salariais, adicional por tempo de serviço, compensação de horas e prorrogação de jornada em ambientes insalubres, entre outros benefícios.

Questionado pela Condsef/Fenadsef sobre ameaça de privatização, o presidente da Ebserh, General Osvaldo Ferreira, disse acreditar que a empresa tem futuro público com perspectivas de crescimento. “Estou aqui a pedido do presidente Bolsonaro para tocar a empresa”, afirmou.

A próxima reunião da Condsef/Fenadsef com Ebserh será na próxima quinta-feira, 28, quando o Termo Aditivo deve ser assinado.

Condsef/Fenadsef

 

Entidades solicitam audiência com o governo sobre Ministério do Trabalho

A Condsef/Fenadsef, juntamente com as entidades sindicais de base nacional CNTSS e Fenasps, solicitou reunião com o Secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, para defender a importância do Ministério do Trabalho.

Pasta responsável por políticas públicas fundamentais para erradicação da pobreza e redução das desigualdades no Brasil, o órgão acolhia diversos servidores ainda sem destino certo. O ofício foi encaminhado ao Ministério da Economia na última terça-feira, 19.

Importância

Extinto pela Medida Provisória nº 870 de 1º de janeiro de 2019, o Ministério do Trabalho congregava um conjunto de iniciativas e ações que visavam a proteção e a garantia de benefícios à classe trabalhadora do país, aplicando mecanismos e políticas públicas voltadas para a promoção de emprego, de trabalho e de renda, garantindo a inclusão social do cidadão por meio do trabalho digno e seguro.

O Programa Seguro-Desemprego, por exemplo, protegeu, em 2017, mais de sete milhões de trabalhadores. Os convênios também eram um instrumento importante operado pelo MTb, para viabilizar a execução de políticas de formação e desenvolvimento profissional para o mercado de trabalho, além do estímulo ao primeiro emprego. Esses convênios tinham como partícipes as Secretarias de Trabalho e Educação dos Estados e Municípios, os Conselhos Estaduais e Municipais do Trabalho e da Educação, os Institutos e Escolas Sindicais, as Escolas Técnicas e outras organizações.

Estas atuações faziam parte de uma ampla lista de serviços aplicados e viabilizados pelo MTb, que incluía ainda o Programa Nacional de Inclusão dos Jovens, o Plano Nacional de Qualificação, o Programa Nacional de Primeiro Emprego e o Sistema Nacional de Emprego, que juntos atendiam milhões de trabalhadores e jovens do país. A luta pela erradicação do trabalho escravo também era elaborada pelo Ministério específico.

Preocupação

Segundo dados da PNAD Contínua do IBGE, mais de 12,9 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil atualmente. Diante da situação de emergência sobre a oferta de emprego no País, a volta do Ministério se faz urgente.

O crime ambiental de Brumadinho também mostrou o desamparo ao qual os trabalhadores estão sujeitos. Sem órgão fortalecido, as vítimas e seus familiares não tem garantias de que seus direitos serão respeitados e cumpridos.

A extinção do MTb indica consequências preocupantes. O aumento do número de desempregados, incide diretamente nos índices de vulnerabilidade social, de violência, de uso de drogas, de adoecimentos e outros problemas cujos impactos têm dimensões amplas e coletivas.

As entidades sindicais de base nacional aguardam retorno do Secretário Especial de Previdência e Trabalho, e reforçam o compromisso com a categoria de servidores federais em defesa de seus direitos.

Fonte: Condsef

Sindsep/MA participa de Painel sobre o Plano Diretor de São Luís

O Sindsep participou nessa quinta-feira de Painel na Câmara Municipal de São Luís que debateu a nova proposta do Plano Diretor para São Luís. O evento foi realizado pelo gabinete do vereador Honorato Fernandes e contou com a participação de vários setores da sociedade.

O vereador Honorato chamou a atenção da importância do Plano Diretor para garantir o desenvolvimento sustentável da cidade, mas lembrou da necessidade do respeito às questões ambientais e nos direitos de toda a população.

Presidente do Sindsep Maranhão Raimundo Pereira

“O que buscamos aqui foi ter clareza de quais são

os impactos e os benefícios propostos por estas alterações, e da mesma forma saber quais são os impactos que podem trazer de forma negativa para as questões ambientais, para o desenvolvimento da própria Ilha”, disse o Vereador.

O Plenário e a galeria da Câmara Municipal de São Luís estavam cheios com um público atento aos palestrantes e preocupados com o destino de nossa cidade.
Para o presidente do Sindsep, Raimundo Pereira, essa é uma discussão que interessa a toda a sociedade, pois as mudanças propostas influenciam diretamente na vida das pessoas que moram na região metropolitana de São Luís.

“As mudanças que estão sendo propostas irão influenciar diretamente a vida das pessoas, portanto precisam ser discutidas com o conjunto da sociedade e o vereador Honorato foi muito feliz em propor esse Painel”, disse Raimundo Pereira.

Ao final do Painel, o anfitrião lamentou o fato da Prefeitura de São Luís não ter mandado um representante para discutir com a população um tema tão importante para todos.

Deodoro volta a ser palco de manifestações da classe trabalhadora

Novamente os trabalhadores foram às ruas demonstrar toda a sua insatisfação com relação à Reforma da Previdência, contra o combate às privatizações e ao retrocesso do governo Bolsonaro.

A Praça Deodoro, palco de tantos momentos históricos, abrigou mais uma mobilização que trazia em suas bandeiras a luta pela manutenção dos direitos adquiridos e a resistência contra a política nefasta que vem sendo imposta aos trabalhadores.

A participação do público foi satisfatória, mesmo sendo observado pelos líderes da mobilização, que o público poderia ter sido bem mais expressivo, haja vista que toda a sociedade brasileira vem sofrendo com as trapalhadas propiciadas por todo esse desgoverno que está comandando o Brasil.

O Sindsep/MA esteva presente com um número expressivo de diretores, que também levaram a bandeira de lutas dos servidores federais, que diariamente estão no alvo do projeto maléfico do atual Governo Federal.

 

Enquanto os trabalhadores protestavam o Governo Federal mantinha a sua política de ataque à categoria

Na mesma hora em que milhares de trabalhadores protestavam em atos pelo Brasil contra a reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro estava na Câmara dos Deputados entregando a proposta que ataca direitos de aposentadoria dos brasileiros.

O objetivo do governo é atuar para que a proposta seja aprovada até maio. Eles têm pressa. Alegando que essa reforma seria a única solução para devolver fôlego ao País, mergulhado em crises, o governo quer convencer os brasileiros a aceitar “sacrifícios” que devem ser impostos a população.

Para a Condsef/Fenadsef essa alegação é cortina de fumaça para que minorias continuem a lucrar nesse País enquanto o pato, como sempre, será pago pela classe trabalhadora.

 Os brasileiros precisam reagir urgentemente, pois só uma forte mobilização poderá ser capaz de barrar mais esse grave ataque a direitos. Enquanto distraem a população com informações de um déficit questionável, o governo usa também servidores públicos para justificar um suposto ataque a privilégios.

O que não explicam é que no fundo, as mudanças propostas não devem sequer atingir a maioria dos federais do Executivo que nem chegam a receber de salário o valor hoje estabelecido como teto do INSS (R$ 5.839,45).

Com informações repassadas pela Condsef.

Mesa de Negociação da Ebserh é aberta e as negociações do ACT 2019/2020 se iniciam

Os funcionários e a Direção da Ebserh, reuniram-se no início da semana, e abriram, dessa forma, a Mesa de Negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da Rede Ebserh, que irá discutir os termos que irão compor o Acordo de 2019/2020.
Na primeira reunião da Mesa, foram discutidos o índice de reajuste da proposta do ACT, a prorrogação do ACT anterior até que se finalize um novo acordo e a definição do calendário de negociações.
Para o secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) e Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Fenadsef), Sérgio Ronaldo da Silva, a avaliação de forma positiva a disposição da Ebserh em prorrogar o atual ACT, proposta essa que será submetida ao Ministério da Economia. “Um dos maiores anseios da categoria é garantir a permanência das cláusulas sociais e financeiras até o desfecho da atual negociação. E essa disposição da empresa nos dá mais tranquilidade”, destacou Ronaldo.
A próxima reunião foi marcada para o dia 27 de fevereiro, quando um calendário para o mês de março será definido.

É HOJE – Ato contra a Reforma da Previdência

A Praça Deodoro será palco mais uma vez de uma grande manifestação contra a Reforma da Previdência, em combate às privatizações e ao retrocesso do governo Bolsonaro.

O evento “puxado” pelo Sindsep/MA, a CUT e demais centrais sindicais, vai acontecer na tarde de hoje, a partir das 16h.

O Sindicato convoca todos os servidores para estarem nesse grande momento de resistência da classe trabalhadora contra os desmandos do atual Governo.

É necessário que os servidores públicos possam demonstrar a sua força frente à esse governo que não representa a categoria.

Condsef/Fenadsef

Representantes do Fonasefe e Fonacate, fóruns que unificam os servidores federais de todas as esferas, realizaram no último domingo, em Brasília, uma reunião ampliada. Condsef/Fenadsef e suas filiadas estavam presentes. A unidade em defesa das aposentadorias e contra a reforma da Previdência deu o tom do encontro.

A categoria chama atenção para a necessária unidade para combater os ataques a direitos e também controvérsias em torno do propagado ‘déficit’ da Previdência Pública. Apenas para citar um ponto, CPI recente no Senado apontou que diversas empresas devem ao INSS quase R$500 bilhões. Não faltam críticas também ao modelo de capitalização que abre caminho para a privatização de nossa previdência. No Chile onde o modelo foi aplicado, os efeitos nefastos, principalmente para a população mais vulnerável, tem sido muito questionado.

Servidores também buscam unidade para encampar a luta em defesa do setor público, pela revogação da EC 95/16, que congela investimentos públicos por vinte anos, por valorização dos servidores e respeito aos direitos constitucionais de todo cidadão para que tenhamos acesso a serviços públicos essenciais, universais e de qualidade.

Com informações repassadas pela Condsef.

Comissão Eleitoral realiza treinamento de coordenadores e mesários

No próximo sábado, 23, a Comissão Eleitoral irá realizar o treinamento dos coordenadores e mesários que irão trabalhar na eleição da nova Diretoria e do Conselho Fiscal para o Triênio 2019/2022.

Logo pelo período da manhã, a partir das 9h, o treinamento será voltado para os coordenadores das mesas coletoras das secretarias regionais, que correspondem as cidades do interior do estado.

À tarde, a partir das 15h, será a vez dos coordenadores e mesários de São Luís.

PRAIAS URBANAS MUNICIPALIZADAS: Problema ou solução?

Os municípios maranhenses situados ao longo dos 640 km de extensão da nossa costa litorânea têm uma fonte de renda em potencial ainda pouco ou nada explorada. As suas belezas agora podem fazer mais do que atrair turistas para o Maranhão. Desde a aprovação da Lei 13.240/2015, é possível “transferir aos municípios a gestão das orlas e praias marítimas, estuarinas, lacustres e fluviais federais”, inclusive as áreas de bens de uso comum com exploração econômica, como calçadões, praças e parques públicos.

Em termos práticos, os municípios brasileiros que possuam áreas litorâneas, enquadradas como praias urbanas, têm o direito de requerer o direito de explorar economicamente as praias para os mais diversos fins: eventos esportivos, culturais, construções de equipamentos de lazer e urbanos, entre outros. O que anteriormente requeria autorizações e pagamento de taxas à União, atualmente, por meio da municipalização, poderá ocorrer com maior celeridade e menor burocracia.

Somente no Maranhão, 25 municípios litorâneos teriam direito ao benefício. No Brasil, seriam 282 municípios de 17 estados. E existem regras claras para isso já que, mais recentemente, a Portaria 113, de julho de 2017, da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), aprovou o modelo do termo de adesão que regulamenta essa transferência de responsabilidade da União para as prefeituras, por um prazo de até 20 anos, prorrogável indefinidamente. Com isso, abrem-se novas possibilidades de arrecadação aos municípios, aliada a uma completa autonomia na reaplicação dos recursos angariados. Considerando os entraves burocráticos contidos no arcabouço legal brasileiro, esta ação resultaria em significativa flexibilidade aos gestores públicos municipais, porquanto não há destinação obrigatória no uso desses recursos. E é aí que mora o perigo.

É muito importante que os gestores públicos compreendam a responsabilidade dessa iniciativa. A municipalização não pode colocar em risco o meio ambiente, o emprego das pessoas ou gerar recursos para finalidades escusas. Uma gestão eficaz das áreas de praias exige um corpo técnico qualificado e infraestrutura suficientes ao atendimento das demandas subsequentes.

Uma boa destinação para os recursos arrecadados pela utilização e nossas praias seria a produção de campanhas de sensibilização, sinalização turística, construção de equipamentos de lazer e urbanos, projetos ambientais para redução dos impactos sobre a orla e outras iniciativas. É uma oportunidade de estimular e facilitar que a população melhor ocupe e usufrua desses espaços, seja pela promoção de atividades culturais e esportivas, alugando as áreas da praia para casamentos, exposições e apresentações artísticas. E assim deveria ser pensada uma cidade, seja ela turística ou não, voltando-se ao bem-estar e à felicidade da sua população, em primeiro lugar, e à satisfação do turista como consequência. Cidade boa para os seus moradores, cidade boa para o turista. A recíproca, contudo, não é necessariamente verdadeira.

Ciente das possíveis vantagens da municipalização das praias, os municípios maranhenses de Apicum-Açu e Guimarães já encaminharam as suas solicitações. Enquanto esta aguarda parecer técnico da SPU, aquela teve seu pedido indeferido, já que não possui praias urbanas. Outros municípios famosos pelas suas belas e badaladas praias também já municipalizaram a gestão desses espaços, caso de Fortaleza, Recife e Maceió (Nordeste), além de Santos, Angra dos Reis e Niterói (Sudeste), apenas para citar alguns exemplos.

A priori, essa municipalização pode ser vista com bons olhos, em razão da amplitude de benefícios gerados às localidades que se encarregam de gerir suas praias urbanas. No entanto, a permissividade para exploração econômica das áreas litorâneas, autorizada pela lei 13.240/15, precisa ser blindada de cuidados. No momento em que ainda estamos aturdidos com uma grave tragédia ambiental cuja responsabilidade recai, principalmente, sobre os ombros de uma organização privada – e com aparente negligência de órgãos e gestores públicos – são necessários rigor e cautela quanto aos eventuais abusos e quanto à excessiva liberdade no uso e ocupação das áreas litorâneas urbanas.

Para não citar somente casos internacionais, como o das famosas praias de Cancun, no México, já é de praxe observar no território nacional uma série de abusos por parte do empresariado no que se refere a construções sobre a faixa de areia e mar, e o fechamento do acesso da população às praias, que resultam na privatização desses locais. Isso sem falar dos impactos ambientais como lançamento de esgoto, poluição visual e sonora de grandes empreendimentos. Em Angra dos Reis, uma das primeiras localidades a municipalizar a gestão das suas praias, assiste-se há um bom tempo edificações à beira-mar, que dificultam a circulação de pessoas e restringem o usufruto democrático desses locais. Em Maceió, há condomínios, em certos pontos da praia, que inviabilizam o acesso de qualquer cidadão, se não os que ali possuem uma residência. Não faltam exemplos em nosso país do oportunismo empresarial que, comumente, sob a conivência de uma gestão municipal, afrouxa as leis e autoriza a exploração insustentável de muitos espaços naturais. Aqui, aliás, reside uma das principais preocupações oriundas da Portaria 113.

Portanto, ao elencar de forma sucinta vantagens e desvantagens da transferência aos municípios da gestão das suas praias marítimas urbanas, é fundamental atinar ao compromisso coletivo dos envolvidos. Ao município cabe a responsabilidade integral no controle e fiscalização para coibir abusos, como os apontados anteriormente, de modo a garantir a função socioambiental das praias, e zelar para que essas áreas litorâneas sejam usadas e ocupadas com respeito ao meio ambiente e às pessoas. Órgãos ambientais, universidades e institutos de pesquisa, bem como a sociedade civil e organizada devem lançar os seus olhares atentos, subsidiando a elaboração de normas e cobrando o cumprimento da lei.

Da iniciativa privada, espera-se o comprometimento ético e responsável na exploração econômica que favoreça amplamente o bem-estar dos moradores e visitantes. A União permanece co-responsável na mitigação dos impactos negativos ao meio ambiente e aos cidadãos, e tem o dever de monitorar as ações público-privadas.

Ao sopesar benefícios da exploração econômica, de um lado, e os eventuais impactos ambientais negativos, do outro, reforçamos a posição de que a natureza não tolera erros. Não se pode fazer vista grossa, tampouco negligenciar os possíveis abusos das forças econômicas, correndo o risco de comprometer a nossa qualidade ecossistêmica e a vida da população de maneira geral. Embora com vantagens evidentes, a municipalização pode esconder interesses subjacentes que venham a comprometer a sustentabilidade das áreas litorâneas brasileiras. Estejamos atentos!

David Bouças e Antonio Rafael da Silva (Professores Doutores da UFMA)

 

Sindsep convoca servidores para participar de ato contra a Reforma da Previdência

O Sindsep/MA, a CUT e demais centrais sindicais, realizam amanhã, 20 de fevereiro, um grande ato contra a Reforma da Previdência, em combate às privatizações e ao retrocesso do governo Bolsonaro. O evento vai acontecer na Praça Deodoro, Centro, a partir das 16h.
O Sindicato convoca todos os servidores para participarem desse grande momento de resistência da classe trabalhadora contra os desmandos do atual Governo.
Todos os dias a população é bombardeada com notícias que refletem negativamente nos direitos trabalhistas, que tão duramente foram conquistados ao longo de todos esses anos.
O Sindsep/MA nunca se acovardou na luta em defesa dos direitos dos servidores federais, mas é necessário que a própria base venha para as mobilizações. Um sindicato sólido nasce da combatividade os seus associados.

Reunião do CDE
No último dia 15, o Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) da Condsef/Fenadsef se reuniu e aprovou a participação da maioria dos servidores federais nos atos que acontecem em todo o País em defesa da Previdência Pública.
A reforma que o governo Bolsonaro pretende prevê a obrigatoriedade de idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem. Além disso, impõe àqueles que quiserem receber 100% do benefício que trabalhem por 40 anos. A PEC cria ainda um sistema de capitalização, de “caráter obrigatório”, modelo implantado e que tem sido severamente criticado no Chile por trazer um caos social àquele país.
Hoje, há duas formas de se aposentar no Brasil: 1) por idade, com a exigência de ter 65 anos (homens) e 60 anos (mulheres), com no mínimo 15 anos de contribuição; ou, 2) por tempo de contribuição, quando não se exige idade mínima, mas são necessários 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) de pagamentos ao INSS.

Com informações repassadas da Condsef.

Sindsep/MA promove o bloco Os Indignados

O Bloco Os Indignados realiza no próximo domingo, 17, o Baile dos Indignados, na sede da Aserma, Turu.

O baile terá como atrações: Banda Os Trapaceiros, Bicicletinha do Samba e o Bloco Tradicional Os Vampiros.

Tradicionalmente, fazer manifestação de protesto ao governo de plantão é o objetivo maior do Bloco, sem perder o oportunidade de congregar a base de forma descontraída.

Nesta quinta e sexta, na recepção do Sindsep/MA será entregue o Kit, que dará direito a entrada no evento,  composto de 01 copo para o filiado e 03 pulseiras para seus convidados. Para acesso ao não filiado será cobrada uma taxa de 5 reais na portaria da Aserma.

Participe! Seja Indignado também e venha se divertir conosco.