Sindsep/MA se reúne com trabalhadores do Coren para filiação da categoria

Na tarde de hoje, 24, o presidente do Sindsep/MA, Raimundo Pereira, esteve reunido com trabalhadores do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren/MA), onde foram repassadas informações sobre a atividade sindical, e por consequência, do Sindsep/MA, haja vista que a categoria demonstrou o desejo de filiar-se à entidade.

Ainda hoje, foram enviadas as fichas de filiações, e na sexta-feira, 26, Raimundo Pereira, irá novamente reunir-se com os trabalhadores, e assim, receber de forma oficial a filiação da categoria.

De acordo com o Estatuto do Sindsep/MA, no Art. 2, Parágrafo Único – O Sindsep/MA é um sindicato geral e representa todos os servidores regidos pelo RJU e CLT, ou de qualquer outro regime que venha a ser instituído na Administração Pública Federal, ativos, aposentados e pensionistas dos órgãos da administração federal direta e indireta, das autarquias, das fundações, das empresas públicas, das agências executivas, das agências reguladoras ou organizações sociais cujo quadro pessoal possua trabalhador com vínculo com a Administração Pública Federal, que tenham funcionamento em quaisquer dos municípios do Estado do Maranhão.

Sindsep/MA realiza reunião do Conselho Deliberativo

O Sindsep/MA realiza amanhã, 24, às 9h, mais uma reunião do Conselho Deliberativo da entidade.

A atividade vai acontecer através de vídeo Conferência com a proposição de discutir e deliberar sobre a PEC-32 (Reforma Administrativa), análise de conjuntura e informes.

O sindicato convidou o advogado, Guilherme Zagalo, para explanar sobre a PEC-32, seus impactos e efeitos para os servidores públicos federais.

O acesso para à reunião estará disponível amanhã, 24, na página do Sindsep/MA (sindsep.org.br).

Entidades representativas dos trabalhadores convocam carreata para domingo, 21

O Sindsep/MA, a CUT/MA, centrais e demais entidades, realizam no próximo domingo, 21, uma grande carreata pela Cidade Operária e bairros vizinhos, em sinal de protesto e requerendo o impeachment de Jair Bolsonaro.

O evento está marcado para acontecer a partir das 9h, no Viva da Cidade Operária.

Em todo o Brasil, a CUT e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo reforçam a convocação para as manifestações neste fim de semana.

Na avaliação da CUT e demais entidades que formam as frentes, o afastamento de Bolsonaro é urgente para o país, assim como são fundamentais o acesso à vacina contra a Covid-19, uma política de enfretamento à pandemia que não seja negacionista, como a pregada por este governo, o pagamento do auxílio emergencial e uma estratégia para que o país retome o crescimento econômico, com geração de emprego e renda.

Com Bolsonaro no poder, isso é impossível e a população já passou do limite da tolerância em relação ao governo. A afirmação é do vice-presidente da CUT, Vagner Freitas.

“O povo brasileiro não aguenta mais as mortes pela Covid-19, a falta de leitos em UTI, que está levando a saúde à beira do colapso em todo o pais. Não aguenta mais passar fome porque não tem o auxílio emergencial que só foi pago porque a CUT, o movimento social e parlamentares de oposição, como o PT e o PCdoB pressionaram para aprovar””, diz.

 

Pressão nas ruas

Vagner Freitas reforça que as crescentes mobilizações contra Bolsonaro são uma prova do descontentamento dos brasileiros em relação ao atual governo. Ele cita também as manifestações virtuais contra Bolsonaro. “Neste momento não podemos fazer atividades de rua por conta da nossa precaução em relação ao isolamento social e para preservar a saúde das pessoas, por isso, de maneira virtual, também nos mobilizamos”, ele diz.

Reunir trabalhadores e trabalhadoras em carretas foi uma das formas encontradas para também preservar a saúde das pessoas, respeitando os protocolos de segurança. E este tipo de manifestação tem tomado as ruas das cidades onde são realizadas.

As carreatas, de acor

do com o vice-presidente da CUT, mantêm ”a necessária mobilização popular que pressionará o Congresso Nacional a dar andamento aos pedidos de impeachment de Bolsonaro, já apresentados”. Ao todo, foram protocolados cerca de 70 pedidos de afastamento à Câmara dos Deputados.

 

Outros setores

A convocação da CUT e frentes Brasil Popular e Povo sem Medo se entende à toda a sociedade. Outros setores como os pequenos e médios empresários estão sofrendo com os impactos da pandemia, enquanto o governo não tem planos eficazes para socorrer o setor, que por sinal, é o segmento que mais emprega trabalhadores em todo o Brasil.

“Eles não aguentam mais porque a economia está parada, as empresas estão quebrando, a política de socorro às pequenas e médias empresas não é eficaz e ao mesmo tempo não tem quantidade suficiente de vacinas para a população porque o governo não se preparou par isso”, diz Vagner Freitas.

No início da pandemia, R$ 61 bilhões foram disponibilizados aos bancos para socorrer o setor. Os bancos privados seguraram esses recursos. Com o Pronampe, o governo liberou R$ 3.2 bilhões pelos bancos públicos, mas de acordo com especialista, o montante não é suficiente para sanar o caos que a economia vive.

Com informações repassadas pela CUT.