O discurso moralista interessa fundamentalmente às classes dominantes possuidoras dos meios de manipulação e justiçamento

Época de eleições, principalmente para Presidente da República e Parlamento Federal, deveria ser momento de discussão dos rumos econômicos do país, especialmente quando estamos em crise. Mas não, estamos discutindo, quase que somente, questões morais. Não que elas não sejam importantes, são. Entretanto o discurso moralista interessa fundamentalmente às classes dominantes possuidoras dos meios de manipulação e justiçamento e, com isso, conseguem aplicar o velho jargão: “aos inimigos, os rigores da lei; aos amigos, os benefícios da lei”. Então a mesma lei que serve para prender Fulano, não serve para prender Sicrano, embora o crime de Sicrano seja o mesmo ou até pior do que o de Fulano.

Nós trabalhadores, não podemos cair na manipulação das classes dominantes. Nós precisamos discutir é: qual candidato se posiciona ao lado dos trabalhadores (as) e qual defende os interesses do empresariado, nacional e internacional; quem tem condições de gerar mais e melhores empregos; quem é contra e quem é favorável à expansão dos serviços públicos (lembrando que sem serviços públicos, não existe emprego público e nem servidor público); quem vai fortalecer as empresas públicas e quem vai terceirizar ou privatizar; quem tem disposição de negociar Acordos Coletivos e quem é contra sindicatos e negociações; com qual candidato podemos ter mais direitos e qual candidato é favorável à retirada de direitos dos trabalhadores (as), etc.

Esse debate eles não querem, pois, a máscara cairia rapidamente. Reafirmo, os outros debates são importantes, mas, para nós trabalhadores e trabalhadoras, não existe debate mais importante do que o NOSSO TRABALHO: nossos salários: com quem podem melhorar e com quem podem perder poder de compra; nossa jornada e condições de trabalho, etc. Temos que trazer o trabalho para o centro do debate, agora e depois das eleições, pois os liberais usam a tática de trocar esse debate pelo da moralidade, com finalidade de suprimir, mais facilmente, nossos direitos.

Nenhum direito a menos! Vamos refletir.

Os empresários só votam neles mesmos ou nos seus porta-vozes, e nós trabalhadores vamos votar em quem?

Por Valter Cezar Dias (servidor público, diretor da Condsef/Fenadsef e do Sindsep-MA)

Sindsep/MA realiza Encontro Mensal dos Aposentados e Pensionistas com aula de Zumba

Na última sexta-feira, 28, o Sindsep/MA através da Secretaria de Aposentados e Pensionistas, realizou mais uma grande atividade para a categoria.

O Encontro Mensal de Aposentados e Pensionistas aconteceu na sede da Aserma, com uma grande aula de Zumba que colocou todos os participantes para dançar e exercitar o corpo.

O evento acontece sempre na última sexta-feira de cada mês, e já faz parte do calendário de atividades do sindicato.

Durante o tempo de realização do Encontro Mensal de Aposentados e Pensionistas, muitas atividades foram propostas e desenvolvidas, sempre focadas em temas voltados para a terceira idade.

A aprovação da categoria é a melhor possível, pois os eventos sempre são bastante concorridos com a presença maciça dos associados.

A Secretaria de Aposentados e Pensionistas mais uma vez avaliou de forma positiva o encontro, e já está preparando uma nova atividade para o mês de outubro.

Diário Sindsep Nº 3611 – 28/09/2018

Secretaria de Aposentados e Pensionistas realiza seu encontro mensal

Aposentados e pensionistas têm até outubro para optar por incorporação das GD´s

Edital de Convocação nº 019/2018 – Assembleia Geral Ordinária para aprovação da Previsão Orçamentária de 2019

Edital de Convocação nº 020/2018 – Assembleia por Local de Trabalho – Ebserh/MA

Edital de Convocação nº 021/2018 – Reunião da Diretoria

Secretaria de Aposentados e Pensionistas realiza seu encontro mensal

O Sindsep/MA através da Secretaria de Aposentados e Pensionistas realizar amanhã, 28, o encontro mensal da categoria referente ao mês de setembro.

O evento vai acontecer na sede da Associação da Aserma, no Turu.

Durante o evento vão ter as seguintes atrações: Banda da Rosemary e Dança de Zumba.

Os ônibus irão sair da sede do sindicato às 8h com o retorno programado para às 17h.

Por decreto, governo regulamenta contratação de terceirizados no setor público

Os impactos nefastos da política adotada pelo governo Michel Temer, sem legitimidade, ainda serão sentidos depois do dia 1º de janeiro de 2019 quando termina o período que teve início em 2016 com o afastamento da presidenta eleita, Dilma Rousseff. Será preciso muita luta, unidade e mobilização para que os ataques a estrutura do Estado, aos servidores e serviços públicos sejam revertidos. No apagar das luzes, esse governo não para de publicar dispositivos que alteram a estrutura do Estado e situação funcional dos servidores, movimentos feitos sem diálogo e de forma totalmente arbitrária.

Dessa vez foi o Decreto 9507/18, publicado no Diário Oficial da União (DOU) dessa segunda-feira, 24, que regulamenta a contratação de terceirizados no setor público. A terceirização para todas as atividades foi liberada apenas há algumas semanas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A situação, que já vem sendo analisada pelos jurídicos da Condsef/Fenadsef e suas filiadas, coloca em questão a obrigatoriedade da realização de concurso para preenchimento de vagas no setor público. O decreto tem potencial para fragilizar ainda mais o setor público que já vem sendo fortemente atacado.

Para a Condsef/Fenadsef todos os movimentos feitos por esse governo vão na direção de promover o desmonte completo dos serviços públicos. Tal objetivo foi traçado desde a aprovação da Emenda Constitucional (EC) 95/16, que congela investimentos do setor por 20 anos. Especialistas de diversos segmentos, no entanto, vêm alertando para os riscos dessa aventura, já que não há em nenhum país experiência semelhante adotada. Muitos apontam que em dois anos um colapso no atendimento à população deverá ser vivido se providências para reverter a situação não forem tomadas.

Revogar a EC 95/16 é preciso

Por isso, diversas entidades do setor público estão unidas em uma campanha que busca compromisso de parlamentares e apoio da população pela a revogação da EC 95/16. Não serão apenas servidores públicos os atingidos pelo congelamento público, principalmente a população que paga impostos e deveria receber do Estado atendimento de serviços essenciais, se verá refém de um modelo que pretende privatizar sem que se discuta nenhum outro tipo de reforma.

A população brasileira precisa frear esse modelo que vende a privatização como solução dos problemas, mas quer que o Estado seja mínimo para a população e máximo para banqueiros, especuladores e uma meia dúzia de privilegiados. Não podemos admitir um retrocesso dessa magnitude. Continuaremos a reforçar as lutas em defesa do setor público e pela revogação da EC 95/16, o chamado teto dos gastos. Teto que se não for rediscutido cairá sobre as cabeças da população, provocando uma profunda tragédia social.

Fonte: Condsef