No Brasil, desemprego é o maior desde 2012
Lideranças sindicais de Caxias participam de curso sobre argumentação
19/02 – Dia Nacional de Lutas contra reforma da Previdência
A taxa média anual de desemprego no Brasil subiu de 11,5% para 12,7% entre 2016 e 2017. É a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) foram divulgados nesta quarta-feira (31).
A média de desempregados pulou de 6,7 milhões para 13,2 milhões, um aumento de 97%, entre 2014, quando a taxa de desocupação atingiu o menor patamar (6,8%), e 2017.
No mesmo período, que coincide com a ruptura democrática vivida no País, foram perdidos 3,3 milhões de postos de trabalho com carteira assinada, sendo um milhão a menos somente de 2016 para 2017, depois que o golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) assumiu o poder depois de dar um golpe de Estado.
Com Temer, o que subiu foi a informalidade. O número de trabalhadores por conta própria aumentou em 1,1 milhão de pessoas (4,8%) em 2017, em comparação ao mesmo período de 2016.
“É necessário que saibamos a importância desse curso, e como deveremos fazer uso das informações adquiridas no contexto da militância sindical, no intuito de melhorar a nossa interlocução com a base e com a sociedade em geral”, afirmou Raimundo Pereira, presidente do Sindsep/MA, na abertura do Curso de Argumentação para Lideranças Sindicais, em Pedreiras.

O evento teve início ontem, no Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), e tem como público alvo os dirigentes sindicais da região.
O Curso trabalha mecanismos conceituais e práticos de argumentação, buscando o aprimoramento do discurso utilizado pelas lideranças sindicais no cotidiano das entidades, e na própria base, conscientizando e motivando os trabalhadores sobre a necessidade da representação classista.
A etapa de Pedreiras será encerrada hoje, 01, e amanhã, 02, e sábado 03/02, será a vez de Caxias sediar o curso.
Depois do aumento em quase 20% nos planos da Geap, servidores da base da Condsef/Fenadsef também sentiram o peso dos mais de 22% de reajuste que a Capsaúde, outro grande plano de autogestão, aplicou em suas mensalidades. Da mesma forma que com a Geap, a Confederação vai acionar a Justiça questionando os aumentos bem acima da inflação considerados abusivos. Impactados diretamente com a Emenda Constitucional (EC) 95/16, que prevê congelamento de investimentos públicos por 20 anos, a renda dos servidores federais não comporta percentuais que tendem a inviabilizar sua participação nos planos. É preciso garantir que se preserve o direito dos servidores e seus dependentes de continuar assistidos.
A Condsef/Fenadsef espera que seja aberto um debate envolvendo os representantes dos planos de autogestão como Geap e Capsaúde que atendem a maioria dos servidores do Executivo e suas famílias. É preciso que um diálogo seja aberto para garantir que um consenso possa ser encontrado. De todo modo, a assessoria jurídica da entidade foi acionada para buscar que esses reajustes não cheguem até os associados. Desde sempre, a Condsef/Fenadsef defende a sustentação e o fortalecimento desse modelo de autogestão que historicamente atende servidores e seus dependentes com os preços mais competitivos do mercado de planos de saúde. Faz-se urgente continuar discutindo a situação dos planos de autogestão e buscar soluções definitivas para melhorá-los.
É importante assegurar o pagamento de valores justos e a segurança de assistência médica aos servidores e seus dependentes naturais; isso até que o SUS (Sistema Único de Saúde) possa assumir integralmente sua missão de suprir a demanda por saúde da população brasileira. A Condsef defende o diálogo com o objetivo de debater estratégias e soluções para que os planos de autogestão continuem prestando serviços levando em conta a realidade financeira de seus principais assistidos. Garantir o debate para ampliar a representatividade dos trabalhadores nas decisões centrais de gestão desses planos também se faz urgente.
Fonte: Condsef
Iniciou-se hoje, 31 (quarta-feira), o Curso de Argumentação para Lideranças Sindicais, no Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), na Rua Crescêncio Raposo, em Pedreiras/MA.
O curso tem como público alvo os dirigentes sindicais da região, e tem como objetivo a apresentação de mecanismo de argumentação para o aprimoramento do discurso utilizado pelas lideranças sindicais com a sua base no dia a dia.
Ontem, 30, foi o último dia de curso em Imperatriz, e na próxima sexta e sábado, 02 e 03/02, o curso acontecerá em Caxias.
O governo Temer alterou regras do sistema de saúde dos servidores públicos federais em todo o pais, através de uma portaria publicada no último dia 26, no Diário Oficial da União.
Com a desculpa de cortar gastos, o trabalhador vai bancar pelo menos metade do valor do plano de saúde e milhares poderão ficar sem cobertura.
A portaria determina que os novos servidores públicos concursados não tenham mais direito ao plano de saúde e aqueles estão na ativa, terão que se adaptar às novas regras em um período máximo de quatro anos.
Entre os dependentes dos servidores, só poderão permanecer no plano os filhos e companheiros conjugais. Os pais terão que ser definitivamente excluídos. A principal alteração, entretanto, mexe no bolso. O governo que arcava com cerca de 75% dos gastos com saúde, pagará no máximo 50%.
As normas passam a valer para todas as 147 empresas públicas do país, incluindo bancos, ministérios e autarquias. Os trabalhadores dos Correios e da Infraero serão os mais atingidos, pois atualmente contam com até 95% de gastos com a saúde garantidos pelo governo.
Fonte: Rede Brasil Atual
O Sindsep/MA em conjunto com outras entidades sindicais, está realizando até hoje, 30, o Curso de Argumentação Política para Lideranças Sindicais, na cidade de Imperatriz.
O curso é voltado para os dirigentes sindicais da região, e tem como finalidade, apresentar mecanismo de conversação, tendo em vista o fortalecimento do movimento sindical, que nesses últimos anos vem sofrendo duros ataques do Governo Federal.

Segundo Milton Pomar, profissional de Marketing, que está ministrando o curso, é necessário que essa atividade tenha como foco a preparação, mesmo que em um tempo reduzido, do dirigente sindical, para que ele possa trabalhar a política da entidade dentro da categoria, utilizando seu poder de argumentação no sentido de motivar novos filiados a virem fazer parte de uma entidade de representação classista.
O evento, que encerra hoje em Imperatriz, terá sua continuidade amanhã, 31, e quinta, 01 de fevereiro, em Pedreiras, encerrando essa semana em Caxias, nos dias 02 e 03/02, sexta e sábado.
“Esse momento é de grande importância para todos os trabalhadores, pois precisamos aprender a dialogar com as nossas bases e com a sociedade em geral. É necessário termos a propriedade das nossas realidades, para que possamos fortalecer ainda mais os sindicatos, e assim, lutarmos contra os desmandos diários que têm como alvo principal os trabalhadores”, declarou Raimundo Pereira, presidente do Sindsep/MA.