Enquanto o desgoverno de Bolsonaro acusa as instituições públicas de ensino de servirem apenas para fazer balbúrdia e assim criar um ambiente para privatização do ensino, os alunos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) mostram a importância do ensino público e apresentam trabalhos artísticos para a valorização da cultura à luz do contato da comunidade acadêmica com os processos criativos de diferentes matizes.
O IFMA Campus São Luís – Monte Castelo recebeu dias 5 e 6 de dezembro a terceira edição do Encontro de Arte (ENARTE) do IFMA, evento anual realizado pela Reitoria com o objetivo de valorizar a cultura e suas manifestações artísticas.
O ENARTE proporcionou espaços de apresentação e de exposição para intercâmbio das criações artísticas desenvolvidas pelos estudantes dos Campi de todo o Maranhão. Durante os dois dias foram apresentadas atividades culturais e artísticas inseridas nas categorias Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, Artes Literárias e Dança.
Mais uma vez nossos estudantes mostram ao poder público que precisam apenas de um pouco de apoio para que possam desenvolver plenamente suas capacidades intelectuais e artísticas. “O bom é que esse evento vem exatamente no momento em que o “sinistro” da Educação desdenha da capacidade de nossas instituições de ensino de produzir conhecimento e acusa nossos alunos de somente fazerem balbúrdia. Essa, sr. ministro é uma das muitas balbúrdias que nossos estudantes e

seus professores produzem” disse Raimundo Pereira, presidente do Sindsep/MA.

O Sindsep/MA parabeniza os organizadores e todos os participantes do 3º ENARTE que com muito empenho conseguiram transformar esse Encontro em uma importante exposição de arte e cultura que vêm consolidando-se no calendário cultural de São Luís.
“É muito importante que nossas instituições de ensino promovam esse tipo de atividade para mostrar à sociedade suas produções artísticas, culturais e acadêmicas. Parabéns ao Reitor Professor Doutor Roberto Brandão e aos organizadores pela iniciativa”, disse Valter Cezar Figueiredo, diretor de comunicação do Sindsep/MA.

Os expositores Gabriel e Helen, alunos do IFMA Campi Barreirinhas estão participando pela primeira vez do ENARTE e ficaram muito impressionados com a quantidade e a qualidade dos trabalhos apresentados e já planejam estar aqui novamente no ano que vem.
O trabalho deles em forma de capa de revistas, “Olhares que comovem, flashes que revelam” mostra realidades que acontecem recorrentemente na sociedade e que comovem as pessoas.
“A ideia é mostrar a sociedade a importância de alguns temas e a necessidade de encontrarmos as soluções para tais problemas”, disse Gabriel Silva Reis.
“É muito legal perceber que em nosso estado temos muitas pessoas de talento e que precisam apenas de apoio para deixar aflorar suas qualidades e que o ENARTE cumpre muito bem esse papel”, afirmou Helen Neves Barbosa.
São 25 representações de todo o Estado com 400 alunos participantes.
Nova direção da Associação Nacional dos Empregados da Conab (ASNAB) toma posse em clima de festa e prestigiada pela presença do Sindep/MA e pela CUT.


Em um cenário muito ruim para os trabalhadores o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) traz um pouco de luz e força para a resistência a essa série de ataques aos direitos duramente conquistados ao longo dos anos. Foi nesse ambiente que o Sindsep Participou do 25º Curso Anual do NPC que tem como uma de suas características debater a comunicação popular e sindical como forma de mobilização para as lutas dos trabalhadores.
No mês de dezembro, o Instituto Federal do Maranhão (IFMA), celebrará 30 anos de existência em Imperatriz. Para comemorar a data, o Núcleo de Gestão de Pessoas organizou uma exposição no pátio da escola a fim de relembrar a trajetória dos colaboradores ao longo de três décadas. Intitulada “Dias de luta, dias de glória”, o memorial reúne fotografias e camisetas dos eventos realizados pelos servidores.
O Instituto Federal do Maranhão (IFMA) campus Imperatriz foi criado em 1987 sob a denominação de Unidade de Ensino Descentralizada de Imperatriz – UNEDI. Ele fazia parte da Escola Técnica Federal do Maranhão que, posteriormente, tornou-se Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão (CEFET) e iniciou suas atividades educativas nas dependências da Escola Dorgival Pinheiro de Sousa com apenas 12 professores que ministravam os cursos de Edificações e Eletromecânica, os quais possuem dois anos de duração.