Edital de Convocação nº 01/2022 – Assembleia por Local de Trabalho – EBSERH/MA
Autor: imprensa sindsep
Diário Sindsep Nº 4339 – 18/02/22
Diário Sindsep Nº 4338 – 17/02/22
Comissão Eleitoral e represente da Chapa 01 decidem mudanças de algumas urnas para itinerantes e online
A Comissão Eleitoral que coordena o pleito para a nova Direção e Conselho Fiscal do Sindsep/MA para o triênio 2022/2025, reuniu-se na tarde desta quinta-feira, 17, com Manoel Cecílio Monteiro Filho, representante da Chapa 01 – “Força para Lutar, Unir e Vencer”, para discutir e deliberar sobre mudanças nas urnas referentes ao SFA, IBAMA, UFMA e INSS (Parque do Bom Menino).
A Comissão informou que devido à ausência de retorno ou indeferimento dos órgãos sobre a disposição das urnas, a mesma decidiu por classificá-las como sendo Urnas Itinerantes as que compreendem os votos a serem coletados no SFA e INSS (Parque do Bom Menino); e Urnas Online as da UFMA e IBAMA.
Programa Tribuna Sindical – Matéria sobre as Eleições 2022
Sindsep/MA realiza dias 22, 23 e 24 de fevereiro a eleição para a nova Direção e Conselho Fiscal
Nos próximos dias 22, 23 e 24 de fevereiro de 2022, o Sindsep/MA irá realizar a Eleição para a Nova Diretoria e Conselho Fiscal para o triênio 2022/2025.
Os votos serão coletados obedecendo ao horário de 9 às 17h, nos locais de votação que possuam quórum superior a 30% (trinta por cento) dos associados com capacidade de votar e também através das urnas itinerantes.
Caso não seja atingido o quórum de votantes previsto no Estatuto, ou, se houver quórum, mas empate entre as chapas mais votadas em primeira votação, irá acontecer uma segunda votação nos dias 23,24 e 25 de março de 2022.
Estão aptos para votarem todos os servidores com o mínimo de 18 anos, filiados, quites com as mensalidades até trinta (30) dias antes do início das eleições, que estiverem assim, no gozo dos direitos sociais conferidos no Estatuto, e terem solicitado filiação em até 90 (noventa) dias antes das eleições.
O Sindsep/MA continua fortalecendo a importância do voto de cada associado para o sucesso da eleição, o que irá ratificar a união de toda a categoria, principalmente em um momento onde faz-se necessária a coesão de todos os trabalhadores, que diuturnamente estão vendo os seus direitos serem ameaçados, e em alguns casos, tomados à força.
Por isso, é importante o comparecimento dos servidores federais às urnas para a escolha dos seus representantes nesses próximos três anos.
Diário Sindsep Nº 4337 – 16/02/22
Servidores federais caminham para uma greve geral no dia 9 de março
Os servidores públicos federais do poder Executivo estão caminhando para uma greve geral nacional, no próximo dia 9 de março. A categoria está há pelo menos cinco anos com salários congelados, mas vem reivindicando apenas um reajuste linear de 19,99%, correspondente à inflação de três anos do governo Bolsonaro.
Fonasefe e Fonacate, fóruns que representam o conjunto das entidades dos servidores do Executivo, enviaram ofício ao ministro da Economia, Paulo Guedes, cobrando a abertura imediata de um canal de negociação com servidoras e servidores públicos. Mas o governo está negando qualquer tipo de negociação neste sentido e ainda quer a compreensão dos sindicatos.
Além da reposição da inflação, os servidores querem negociar o cancelamento da PEC 32, da reforma Administrativa, e a revogação da Emenda Constitucional 95 (EC 95/16), que congelou os investimentos no setor público por vinte anos.
Ao sancionar a Lei Orçamentária de 2022, o governo Bolsonaro cortou quase R$ 1 bilhão do INSS, R$ 740 milhões da educação e reservou apenas R$ 1,7 bilhão para reposição de perdas inflacionárias de uma ínfima parcela de servidores. No último mês de dezembro, Bolsonaro afirmou que a reposição seria concedida apenas a três categorias (Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e o Departamento Penitenciário Nacional). Mas, hoje, o Brasil possui 1,257 milhão de servidores federais de diversas áreas.
Enquanto reservou um valor ínfimo para o reajuste dos servidores na Lei Orçamentária, o Governo destinou R$ 37,6 bilhões para emendas parlamentares, dos quais R$ 16,5 bilhões estão no “orçamento secreto”. A Lei também reserva um valor de R$ 1,9 trilhão para o refinanciamento da dívida (banqueiros).
Importante destacarmos que a arrecadação do Governo, em 2021, teve um aumento substancial em comparação com 2020. Houve um aumento de 17,3% na arrecadação de impostos, devido aos constantes reajustes dos combustíveis. Corrigido pela inflação, o valor representa R$ 1,971 trilhão. No ano anterior, a arrecadação foi de R$ 1,679 trilhão.
“Ou seja, há recursos de sobra para a reposição linear do salário de todos os trabalhadores. É um absurdo Bolsonaro querer contemplar apenas uma parcela de servidores. A inflação está afetando o bolso de todos. Todo mês os preços dos alimentos estão subindo. As tarifas públicas, combustíveis e gás de cozinha nem se fala. E, com os combustíveis, todos os produtos transportados pelas estradas brasileiras também sofrem reajuste. Não podemos aceitar este desrespeito com os trabalhadores do setor público”, comentou o coordenador-geral do Sindsep-PE, José Carlos Oliveira.
Com o objetivo de enganar os servidores, devido ao ano eleitoral, Bolsonaro disse que o governo terá condições de promover a reposição apenas em 2023. Além disso, o governo divulgou que está estudando um reajuste do auxílio alimentação, deixando evidente que esta seria uma maneira de calar a pressão dos servidores. A iniciativa exclui os aposentados de uma reposição salarial justa e linear.
Inflação
A descontrolada inflação brasileira continua a desmentir o discurso bolsonarista de que a alta dos preços no País acompanha, na mesma medida, o movimento internacional. Um levantamento feito em quase 200 países, pela plataforma Trading Economics, demonstrou que a inflação brasileira é a 3ª pior entre as nações do G-20.
A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos do Dieese, realizada no mês de janeiro de 2022, constatou um aumento dos preços da cesta básica em 16 das 17 capitais onde ela foi realizada. As maiores altas acumuladas, de janeiro de 2021 a janeiro de 2022, ocorreram nas cidades de Natal (21,25%), Recife (14,52%) e João Pessoa (14,15%).
Apenas em 2021, o preço da gasolina subiu cerca de 46%, o etanol, 58% e o diesel, 45%. Com isso, o preço médio do litro na bomba de combustível passou de R$ 4,52, entre 27/12/2020 a 02/01/2021, para R$ 6,62 entre 26/12/2021 a 01/01/2022. O etanol subiu de R$ 3,2 para R$ 5,1 e o diesel oscilou de R$ 3,7 para R$ 5,34.
