Sindsep/MA participa da Plenária Nacional da Condsef/Fenadsef

O Sindsep/MA participou através dos diretores Valter Cezar (Secretaria de Comunicação), Manoel Cecílio Monteiro Filho (Secretaria de Administração, Patrimônio e Finanças), Webert Cordeiro Cantanhede Sobrinho (Secretaria de Organização e Política Sindical) e Joana D’Arc Matteucchi (Secretaria Geral), da Plenária Nacional da Condsef/Fenadsef, realizada na última sexta-feira, 02, em Brasília.

Durante o evento foram discutidos os seguintes pontos da pauta: Debate sobre formas de enfrentamentos e mobilização contra a Reforma da Previdência (greve, atos, mobilizações, etc.); e Campanha Salarial/2018.

Lideranças sindicais de Caxias participam de curso sobre argumentação

“O objetivo da argumentação, ou da discussão, não deve ser a vitória, mas o progresso”, essa frase do escritor francês, Joseph Joubert, expressa bem um dos levantes apresentados pelo Curso de Argumentação para Lideranças Sindicais, que veio sendo trabalhado em Imperatriz e Pedreiras, durante os dias 29 e 30; e 31 e 01/02, respectivamente.

Hoje, 02, e amanhã, 03, o curso ministrado por Milton Pomar, conceituado profissional de Marketing, estrará sendo trabalhado na cidade de Caxias, para os dirigentes sindicais da região, com o objetivo de aprimorar o discurso utilizado pelas lideranças sindicais no cotidiano das entidades, e na própria base, conscientizando e motivando os trabalhadores sobre a necessidade da representação classista.

O evento acontece na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), na Rua Quinhinhas Pires, de 8 às 12h, e de 13 às 17h.

No Brasil, desemprego é o maior desde 2012

A taxa média anual de desemprego no Brasil subiu de 11,5% para 12,7% entre 2016 e 2017. É a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) foram divulgados nesta quarta-feira (31).

A média de desempregados pulou de 6,7 milhões para 13,2 milhões, um aumento de 97%, entre 2014, quando a taxa de desocupação atingiu o menor patamar (6,8%), e 2017.

No mesmo período, que coincide com a ruptura democrática vivida no País, foram perdidos 3,3 milhões de postos de trabalho com carteira assinada, sendo um milhão a menos somente de 2016 para 2017, depois que o golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) assumiu o poder depois de dar um golpe de Estado.

Com Temer, o que subiu foi a informalidade. O número de trabalhadores por conta própria aumentou em 1,1 milhão de pessoas (4,8%) em 2017, em comparação ao mesmo período de 2016.

Pedreiras sedia Curso de Argumentação para Lideranças Sindicais

“É necessário que saibamos a importância desse curso, e como deveremos fazer uso das informações adquiridas no contexto da militância sindical, no intuito de melhorar a nossa interlocução com a base e com a sociedade em geral”, afirmou Raimundo Pereira, presidente do Sindsep/MA, na abertura do Curso de Argumentação para Lideranças Sindicais, em Pedreiras.

O evento teve início ontem, no Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), e tem como público alvo os dirigentes sindicais da região.

O Curso trabalha mecanismos conceituais e práticos de argumentação, buscando o aprimoramento do discurso utilizado pelas lideranças sindicais no cotidiano das entidades, e na própria base, conscientizando e motivando os trabalhadores sobre a necessidade da representação classista.

A etapa de Pedreiras será encerrada hoje, 01, e amanhã, 02, e sábado 03/02, será a vez de Caxias sediar o curso.

 

Capsaúde aplica mais de 22% de reajuste e aumento será questionado na Justiça

Depois do aumento em quase 20% nos planos da Geap, servidores da base da Condsef/Fenadsef também sentiram o peso dos mais de 22% de reajuste que a Capsaúde, outro grande plano de autogestão, aplicou em suas mensalidades. Da mesma forma que com a Geap, a Confederação vai acionar a Justiça questionando os aumentos bem acima da inflação considerados abusivos. Impactados diretamente com a Emenda Constitucional (EC) 95/16, que prevê congelamento de investimentos públicos por 20 anos, a renda dos servidores federais não comporta percentuais que tendem a inviabilizar sua participação nos planos. É preciso garantir que se preserve o direito dos servidores e seus dependentes de continuar assistidos.

A Condsef/Fenadsef espera que seja aberto um debate envolvendo os representantes dos planos de autogestão como Geap e Capsaúde que atendem a maioria dos servidores do Executivo e suas famílias. É preciso que um diálogo seja aberto para garantir que um consenso possa ser encontrado. De todo modo, a assessoria jurídica da entidade foi acionada para buscar que esses reajustes não cheguem até os associados. Desde sempre, a Condsef/Fenadsef defende a sustentação e o fortalecimento desse modelo de autogestão que historicamente atende servidores e seus dependentes com os preços mais competitivos do mercado de planos de saúde. Faz-se urgente continuar discutindo a situação dos planos de autogestão e buscar soluções definitivas para melhorá-los.

É importante assegurar o pagamento de valores justos e a segurança de assistência médica aos servidores e seus dependentes naturais; isso até que o SUS (Sistema Único de Saúde) possa assumir integralmente sua missão de suprir a demanda por saúde da população brasileira. A Condsef defende o diálogo com o objetivo de debater estratégias e soluções para que os planos de autogestão continuem prestando serviços levando em conta a realidade financeira de seus principais assistidos. Garantir o debate para ampliar a representatividade dos trabalhadores nas decisões centrais de gestão desses planos também se faz urgente.

Fonte: Condsef