CUT/MA e Sindep/MA realizam Live sobre Dia Internacional da Mulher

A CUT/MA com apoio do Sindsep/MA, estará realizando hoje, 08 de março, a partir das 16h, a LIVE em alusão ao Dia Internacional da Mulher, com o temário Mulheres no século 21: Desafios e Conquistas.

A Live terá como foco discutir as conquistas das mulheres ao longo da história e os desafios diários que são impostos a elas.

A tripla jornada, em muitos casos, quádrupla, que as mulheres enfrentam colocam elas numa condição de “sexo forte”, e há muito deixaram de ser consideradas “sexo frágil”. A mulher a cada dia mostra mais virilidade e superação, conquistando mais direitos e ocupando mais espaços.

As mulheres estão buscando uma posição social que sempre lhes pertenceram na conjuntura social.

Irão participar da Live a Kazumi Tanaka – Delegacia de Proteção à Mulher; Erilza Galvão – Condsef; Aline Marques – CUT Brasil; Ana Maria Cascaes – CUT Maranhão; Cristiane Rego – Conselho Estadual da Mulher; Silvia Leite – Conselho Municipal da Condição Feminina; Susan Lucena – Secretaria Estadual da Mulher; Mediação – Júlia Nogueira – CUT Nacional.

A transmissão do evento vai acontecer pelo pelo Youtube e Facebook da CUT Maranhão. Os são do Facebook: fb.me/e/49wuvs110; e do Youtube: youtu.be/_eiG0NbdSUM.

O que é ser mulher trabalhadora no serviço público?

Amor, comprometimento, luta, desafio, empoderamento político e igualdade de gênero. Essas são as paixões e responsabilidades que o serviço público toca em suas trabalhadoras. Diferentemente do que muitos pensam – que a administração pública é um local democrático de trabalho pela igualdade de acesso via concurso público – a injustiça da violência machista ainda consegue invadir este espaço.

De acordo com o Painel Estatístico de Pessoal do Planejamento, do hoje Ministério da Economia, mulheres ainda são minoria entre servidores da União, considerando números de janeiro de 2021. Elas representam 41,5% do quadro federal, apesar de serem mais da metade da população nacional, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os motivos para isso são muitos: menor acesso à educação, mais tempo de dedicação aos filhos e à casa, remunerações menores que dificultam a inscrição aos processos de seleção e outros fatores consequentes do patriarcado histórico. Maria Gizelia Fonseca, servidora da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) do Rio Grande do Norte, lembra que, entre os cargos comissionados de chefia, o número de mulheres é ainda menor. “Precisamos acabar com isso”, enfatiza.

Arlene Silva, servidora do Exército no Rio de Janeiro, concorda com sua colega. “Ainda somos penalisadas por questões machistas e racistas que nos impedem acesso aos cargos de chefia. Ser mulher no serviço público é o desafio de estarmos diariamente lutando contra a indiferença e perseguições que acontecem por sermos mulher”, explica.

Satisfação em servir cidadãs

Os desafios do serviço diário são muitos, especialmente neste momento de pandemia de Covid-19, que ameaça mais fortemente as mulheres. Elas são maioria das trabalhadoras que estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus, segundo levantamento da Internacional dos Serviços Públicos (ISP) – dado divulgado como parte da campanha ‘Trabalhadoras e Trabalhadores Protegidos Salvam Vidas’. Mesmo diante das dificuldades, elas confidenciam sua admiração pelo serviço público.

“Ser mulher servidora pública é fantástico, é muita doação”, diz Elna Melo, servidora da Advocacia-Geral da União de Pernambuco. Com 32 anos de dedicação às cidadãs brasileiras, Elna afirma sem pestanejar que estar no serviço público é a maior e melhor experiência que teve ao longo deste tempo.

Sua companheira Erilza Galvão, servidora da Universidade Federal da Bahia que também coleciona três décadas de dedicação ao Estado brasileiro e suas cidadãs, destaca que a conjuntura atual redobra o trabalho de cuidados sociais, enfrentamento ao assédio e à violencia doméstica.

Engajamento

“Nossa luta é árdua para prestar bom atendimento à população que tanto precisa de serviços públicos, sobretudo as mulheres. Não é facil ser mulher servidora”, compartilha Erilza. Para Rosemary Manozzo, servidora da FUNASA do Rio Grande do Sul, o trabalho das professoras e das enfermeiras neste momento é admirável. “É gratificante saber que temos muitas companheiras que lutam no serviço público por melhores condições de saúde e de educação para nosso povo”.

O empoderamento transborda para uma participação política ampla. As servidoras públicas não têm medo de se posicionar, confiantes da força do artigo 5º da Constituição Federal, que garante a liberdade de expressão de todas. Na luta política, uma coisa parece ser unanimidade, conforme lembra a servidora Ex-Território do Amapá, Neuziana Uchoa: “É preciso votar em mulheres”.

O caminho está só no começo

A desvalorização das trabalhadoras do serviço público é uma realidade que exige envolvimento político cada vez maior. As servidoras públicas da União, que estão em momento de exaustão pelas urgências da pandemia e com os salários congelados há anos, enfrentam a ameaça de serem prejudicadas ainda mais. A PEC Emergencial (PEC 186), aprovada na semana passada pelo Senado e em tramitação na Câmara dos Deputados, proíbe reajuste de salários, concursos públicos e progressões.

A proposta de Reforma Administrativa em disputa no Congresso Nacional acaba com a estabilidade e aprofunda os obstáculos que as mulheres enfrentam para alcançar a igualdade no serviço público.

Para Jussara Griffo, da FUNASA de Minas Gerais, “o serviço público é essencial para a política das mulheres”, tendo-se em vista que elas são as maiores usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), da educação pública, de creches e outras atividades oferecidas pelo Estado. Qualquer redução de servidores representa impacto direto no atendimento às cidadãs, que dependerão do pagamento à iniciativa privada para ter acesso serviços de atenção básica.

Lutar é necessário

Em sua fala, Jussara pede às colegas servidoras públicas de todo o País engajamento na luta contra a Reforma Administrativa, pela vacinação emergencial ampla e gratuita e em defesa do pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial que socorre milhões de mulheres chefes de família do Brasil.

Às trabalhadoras impactadas economicamente pela pandemia, a trabalhadora destaca que o 8 de março representa o início de uma jornada de luta. Suas colegas, diretoras da Condsef/Fenadsef, complementam que a batalha diária não é só pelas pautas das mulheres, mas também pela pauta da classe trabalhadora como um todo, centrada na defesa da vida, da vacina para todos, da segurança alimentar, da democracia, contra retirada de direitos e pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: Condsef

Sindsep/MA, CUT, bancários e comunidade protestam contra fechamento de agência do Banco do Brasil

O Sindsep/MA, a CUT, sindicatos filiados e as oposições bancária e dos correios realizaram protesto durante toda a manhã de hoje, 03 de março, em frente à agência do Banco do Brasil do Cohatrac contra o fechamento do banco naquele bairro.

Mesmo em plena pandemia, o governo Bolsonaro continua a prejudicar os trabalhadores e mostra que não tem responsabilidades com os servidores e com a população que precisa dos serviços públicos. Com o fechamento das agências, além de aumentar a aglomeração nas agências que sobrarem, a economia do entorno das unidades fechadas também sofrerão as consequências.

“Justo nesse momento em que milhões de pessoas estão sofrendo as consequências do desemprego, o governo Bolsonaro aprofunda a crise com demissão dos terceirizados e agentes de segurança. Nós não aceitaremos calados e continuaremos a protestar e mobilizar a população contra mais esse crime de Bolsonaro”, afirmou o presidente da CUT/MA, Manoel Lages.

A medida é mais uma iniciativa do governo Bolsonaro para desmontar os serviços públicos e entregar o patrimônio brasileiro aos especuladores de plantão.

Para o bancário Marcos Vandair, representante da oposição bancária da CUT/MA população do entorno das agências estão sendo muito prejudicadas com essas ações de Bolsonaro e é imperativo que a comunidade participe das atividades contra o desmonte.

“Somente com participação de todos os atores envolvidos e prejudicados poderemos reverter essa decisão desastrosa”, disse Vandair.

Para Raimundo Pereira, presidente do Sindsep/MA, é importante que os trabalhadores possam estar cada vez mais unidos neste momento complicado para o Brasil. “A união dos trabalhadores é preponderante para que possamos barrar as sandices do Governo Bolsonaro, que a cada dia se mostra mais irresponsável e descompromissado com a sociedade brasileira”, comentou.

Trabalhadores da Ebserh protestam contra retirada da insalubridade e por integridade de salários

O Brasil está passando pelo momento mais crítico na pandemia da Covid-19 desde o anúncio do primeiro caso no Brasil, em fevereiro de 2020. A média de mortes aumenta dia após dia, e uma parte da população, a exemplo do Governo Federal, ainda tenta minimizar a letalidade de uma doença que vem destroçando famílias ao redor do mundo.

O enfrentamento da pandemia em nível federal passou distante das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), e o país está pagando um preço alto pela irresponsável política adotada por Brasília. O negacionismo tomou conta do Governo Federal, que apesar do momento crítico vivido no Brasil, ainda existem os discursos que deixam claro que a economia perpassa pela salvaguarda de vidas.

Chega a ser absurdo que o Governo Bolsonaro teime em continuar andando na calçada contrária do combate à Covid. Enquanto o mundo valoriza os profissionais de saúde, Brasília busca a desvalorização profissional da categoria e ameaça cortar a insalubridade, o que representaria uma baixa de 27% em seus salários. Vale ressaltar que a categoria já está há dois anos sem reajuste salarial.

Quando se pensa que as aberrações propostas pelo Governo Federal cessaram, eis que Brasília fecha 216 leitos que eram mantidos pelo Governo Federal no Maranhão. No pior momento da pandemia, o Governo Bolsonaro não perde a sua essência negacionista. Em são Paulo foram 3.822 leitos, e mais 462 na Bahia, o que somam 4.500 leitos destinados a pacientes vítimas de Covid.
Ontem, os trabalhadores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) realizaram um Dia Nacional de Luta para protestarem contra a desvalorização da categoria, ameaça de corte de 27% da remuneração e pela integridade de seus salários.

No Maranhão, os trabalhadores resolveram fazer uma manifestação virtual, haja vista o momento complicado, pelo qual, o Brasil vem passando. A isso, soma-se a perda de um profissional da área da saúde, que faleceu no dia 28 de fevereiro (domingo), e que por informações iniciais, teria sido mais uma vítima da Covid.

Ainda ontem, a assessoria do Hospital Universitário da UFMA informou que o técnico de enfermagem José Carlos Cantanhede Cunha Filho não faleceu de Covid-19. Segundo a assessoria, a família afirmou que o técnico de enfermagem teria morrido de pneumonia, assim como consta no atestado de óbito.

Por motivos similares ao acontecido com o companheiro José Carlos Cantanhede, a mobilização no Maranhão seguiu os moldes das redes sociais, e assim, manteve-se a coerência com relação ao distanciamento social e a não aglomeração, principalmente em um espaço público e hospitalar.

“Precisamos ser coerentes neste momento complicado para o Brasil. O nosso propósito é salvar vidas, e é neste sentido que estamos trabalhando dia após dia. Iremos reivindicar os nossos direitos sempre, mas com responsabilidade e coerência com relação ao momento complicado que estamos vivendo no momento”, relatou Marcos José Costa Ferreira, diretor de Comunicação do Sindsep/MA.

Live Ebserh: Empregados debatem e explicam mobilização nacional por direitos

Empregados da Ebserh vão promover um dia nacional de luta na próxima segunda-feira, 1o de março, em todo o Brasil. Atividades devem acontecer nas portas de Hospitais Universitários. O objetivo é chamar a atenção para a situação da categoria e buscar o apoio da população, além de cobrar um diálogo e respeito da  empresa que se recusa a garantir reposição salarial e ainda propõe retirada de direitos no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2020/2021 que está sendo mediado pela 7a vez no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Nessa sexta, às 20 horas, a Confederação participa de uma live com FNE, CNTS, Fenafar e Fenam para debater e expor os motivos do dia nacional de luta. A live será transmitida ao vivo pelas páginas do Facebook e YouTube da Condsef/Fenadsef.

Hoje, 25, completamos 12 meses do primeiro caso de coronavírus no Brasil. Ontem, o país chegou à marca de 250.000 mortos por Covid-19. Com mais de 1.000 mortes por dia como ocorre atualmente, chegaremos a 300 mil no fim de março. Isso poderia ser evitado. Agora, o governo chantageia o Congresso Nacional  e quer aprovar uma PEC Emergencial que retira ainda mais recursos da saúde e educação e desmonta os serviços públicos. Um descaso e retrocesso sem precedentes.

Enquanto isso, o número de profissionais da área de saúde mortos pela Covid-19 voltou a crescer. No primeiro mês de 2021 houve um crescimento de 422%. A sobrecarga de trabalho é apontada como uma das principais causas das mortes.

Falta respeito

Os empregados destacam que a Ebserh não tem tratado seus empregados com respeito. “Além de impor reajuste zero nas cláusulas econômicas, a Ebserh quer mudar a aplicação da regra para o grau de insalubridade dos empregados, o que pode reduzir salários em até 27%. É uma situação inaceitável”, destaca trecho de um manifesto que será lançado durante a live dessa sexta.

A Condsef/Fenadsef também está atenta e acompanhando a negociação no TST. “Após 11 reuniões com a empresa, o impasse permanece. A missão agora é informar a sociedade o que o governo está fazendo com os trabalhadores dos hospitais universitários do País, que estão na linha de frente do combate a Covid-19, e prepara-lá para compreender uma possível paralisação nacional destes profissionais”, comentou a diretora do Sindsep-PE e trabalhadora da Ebserh, Gislaine Fernandes.

Fonte: Condsef

 

Sindsep/MA se reúne com trabalhadores do Coren para filiação da categoria

Na tarde de hoje, 24, o presidente do Sindsep/MA, Raimundo Pereira, esteve reunido com trabalhadores do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren/MA), onde foram repassadas informações sobre a atividade sindical, e por consequência, do Sindsep/MA, haja vista que a categoria demonstrou o desejo de filiar-se à entidade.

Ainda hoje, foram enviadas as fichas de filiações, e na sexta-feira, 26, Raimundo Pereira, irá novamente reunir-se com os trabalhadores, e assim, receber de forma oficial a filiação da categoria.

De acordo com o Estatuto do Sindsep/MA, no Art. 2, Parágrafo Único – O Sindsep/MA é um sindicato geral e representa todos os servidores regidos pelo RJU e CLT, ou de qualquer outro regime que venha a ser instituído na Administração Pública Federal, ativos, aposentados e pensionistas dos órgãos da administração federal direta e indireta, das autarquias, das fundações, das empresas públicas, das agências executivas, das agências reguladoras ou organizações sociais cujo quadro pessoal possua trabalhador com vínculo com a Administração Pública Federal, que tenham funcionamento em quaisquer dos municípios do Estado do Maranhão.

Sindsep/MA realiza reunião do Conselho Deliberativo

O Sindsep/MA realiza amanhã, 24, às 9h, mais uma reunião do Conselho Deliberativo da entidade.

A atividade vai acontecer através de vídeo Conferência com a proposição de discutir e deliberar sobre a PEC-32 (Reforma Administrativa), análise de conjuntura e informes.

O sindicato convidou o advogado, Guilherme Zagalo, para explanar sobre a PEC-32, seus impactos e efeitos para os servidores públicos federais.

O acesso para à reunião estará disponível amanhã, 24, na página do Sindsep/MA (sindsep.org.br).

Entidades representativas dos trabalhadores convocam carreata para domingo, 21

O Sindsep/MA, a CUT/MA, centrais e demais entidades, realizam no próximo domingo, 21, uma grande carreata pela Cidade Operária e bairros vizinhos, em sinal de protesto e requerendo o impeachment de Jair Bolsonaro.

O evento está marcado para acontecer a partir das 9h, no Viva da Cidade Operária.

Em todo o Brasil, a CUT e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo reforçam a convocação para as manifestações neste fim de semana.

Na avaliação da CUT e demais entidades que formam as frentes, o afastamento de Bolsonaro é urgente para o país, assim como são fundamentais o acesso à vacina contra a Covid-19, uma política de enfretamento à pandemia que não seja negacionista, como a pregada por este governo, o pagamento do auxílio emergencial e uma estratégia para que o país retome o crescimento econômico, com geração de emprego e renda.

Com Bolsonaro no poder, isso é impossível e a população já passou do limite da tolerância em relação ao governo. A afirmação é do vice-presidente da CUT, Vagner Freitas.

“O povo brasileiro não aguenta mais as mortes pela Covid-19, a falta de leitos em UTI, que está levando a saúde à beira do colapso em todo o pais. Não aguenta mais passar fome porque não tem o auxílio emergencial que só foi pago porque a CUT, o movimento social e parlamentares de oposição, como o PT e o PCdoB pressionaram para aprovar””, diz.

 

Pressão nas ruas

Vagner Freitas reforça que as crescentes mobilizações contra Bolsonaro são uma prova do descontentamento dos brasileiros em relação ao atual governo. Ele cita também as manifestações virtuais contra Bolsonaro. “Neste momento não podemos fazer atividades de rua por conta da nossa precaução em relação ao isolamento social e para preservar a saúde das pessoas, por isso, de maneira virtual, também nos mobilizamos”, ele diz.

Reunir trabalhadores e trabalhadoras em carretas foi uma das formas encontradas para também preservar a saúde das pessoas, respeitando os protocolos de segurança. E este tipo de manifestação tem tomado as ruas das cidades onde são realizadas.

As carreatas, de acor

do com o vice-presidente da CUT, mantêm ”a necessária mobilização popular que pressionará o Congresso Nacional a dar andamento aos pedidos de impeachment de Bolsonaro, já apresentados”. Ao todo, foram protocolados cerca de 70 pedidos de afastamento à Câmara dos Deputados.

 

Outros setores

A convocação da CUT e frentes Brasil Popular e Povo sem Medo se entende à toda a sociedade. Outros setores como os pequenos e médios empresários estão sofrendo com os impactos da pandemia, enquanto o governo não tem planos eficazes para socorrer o setor, que por sinal, é o segmento que mais emprega trabalhadores em todo o Brasil.

“Eles não aguentam mais porque a economia está parada, as empresas estão quebrando, a política de socorro às pequenas e médias empresas não é eficaz e ao mesmo tempo não tem quantidade suficiente de vacinas para a população porque o governo não se preparou par isso”, diz Vagner Freitas.

No início da pandemia, R$ 61 bilhões foram disponibilizados aos bancos para socorrer o setor. Os bancos privados seguraram esses recursos. Com o Pronampe, o governo liberou R$ 3.2 bilhões pelos bancos públicos, mas de acordo com especialista, o montante não é suficiente para sanar o caos que a economia vive.

Com informações repassadas pela CUT.

Sindsep/MA participa de reunião no Coren para a criação do Fórum Estadual de Enfermagem

 

O presidente do Sindsep/MA, Raimundo Pereira, esteve presente no último dia 12, em uma ampla reunião convocada pelo Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren/MA), que teve também a participação de representantes de outras entidades sindicais e associações de enfermeiros, técnicos e profissionais da área da saúde.

A reunião teve como pauta a criação do Fórum Estadual da Enfermagem, que terá a atuação das entidades representativas da categoria.

Ficou estabelecido no encontro, que o Fórum irá se reunir uma vez por mês, sempre nas primeiras quintas-feiras, onde serão tratadas as diretrizes a serem seguidas dentro do universo da enfermagem, técnico e demais profissionais da saúde.

A próxima reunião, no caso, a primeira do Fórum, será realizada no dia 04 de março, com local e horário ainda a serem confirmados.

Sindsep/MA apresenta enquete sobre a Reforma Administrativa

O Sindsep/MA está apresentando para seus filiados uma enquete sobre a Reforma Administrativa proposta pelo (des)Governo Bolsonaro.

A enquete estará disponível no site da entidade (sindsep.org.br). Para participar da enquete o usuário deve estar logado no seu Gmail.

Os serviços públicos são financiados pelos impostos de toda a população para que retorne em forma de atendimentos a sociedade e nesse momento difícil em que enfrentamos a maior crise sanitária dos últimos cem anos, quem tem cuidado de nosso povo são os servidores.

Mesmo assim esse governo genocida de Bolsonaro continua a perseguir os trabalhadores e promover o desmonte dos serviços públicos. Para entender melhor o pensamento de seus filiados e preparar ações que possam unificar a luta da categoria e defender os interesses de todos; servidores e sociedade, o Sindsep/MA está realizando um enquete e é muito importante sua  participação.

Ajude-nos respondendo a enquete no nosso site (sindsep.org.br).