Hoje é dia Greve Geral

Hoje os trabalhadores estão mostrando ao país inteiro que não aceitarão perder o direito a aposentadoria. A greve geral convocada em conjunto por todas as centrais sindicais está parando o país de norte a sul e os trabalhadores estão mais uma vez unidos contra a reforma da previdência e o corte de verbas para o setor público.

Os trabalhadores unificados conseguiram em 2017 barrar a reforma da previdência do TEMER através das grandes mobilizações e a realização de da maior greve dos últimos anos.

“Agora estamos mais uma vez ocupando as ruas para dizer não a essa reforma do Bolsonaro. Não podemos aceitar a retirada de direito a aposentadoria aos mais pobres enquanto as camadas mais ricas continuam a manter seus privilégios”, disse Raimundo Pereira, presidente do Sindsep/MA.

Depois da primavera de junho de 2013 a mobilização popular voltou a ser o grande instrumento de mudanças políticas e sociais em nosso país. Com isso maior parte da população começa a enxergar a legitimidade da ocupação das ruas e acredita que a greve geral de hoje conseguirá barrar a proposta de reforma da previdência do governo Bolsonaro.

Direito à greve

No Brasil, os trabalhadores têm direito à greve assegurado na Constituição Federal e regulamentado por lei específica desde 1989 (Lei 7.783). De acordo com o artigo 9º da Carta Magna e com o artigo 1º da lei de 1989, “é assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”.

O Secretário-geral da Condsef/Fenadsef, Sérgio Ronaldo da Silva informa que todas as exigências legais para exercício do direito dos trabalhadores foram atendidas. “Nós comunicamos o governo com antecedência, no último dia 6, sobre a decisão da categoria dos servidores públicos federais de aderir à Greve Geral. Como o nosso direito está garantido pela Constituição Federal, acreditamos e confiamos que não haverá nenhum tipo de retaliação por parte do governo. Nosso protesto é legítimo e seguiremos fortes na luta em defesa da Previdência Social”.

 

Servidores públicos deliberam por participação ampla na Greve Geral do dia 14 de junho

Plenária Nacional da Condsef realizada em Brasília no último sábado reuniu servidores públicos de todos os estados para tratar da pauta dos servidores para a campanha salarial 2019/2020 da categoria e discutir as estratégias para barrar a reforma da previdência de Bolsonaro/Guedes.

A Plenária acontece em um momento complicado para o setor público, uma vez que o governo federal resolveu apontar os serviços e servidores públicos como os vilões e maiores responsáveis pela crise que assola o país.

A direção da Condsef/Fenadsef e os sindicatos filiados estão muito preocupados com a agenda do governo federal em relação aos servidores e serviços públicos e articula a participação maciça dos servidores públicos na greve geral do dia 14 de junho naquela que se projeta como a maior paralisação de todos os tempos, juntando trabalhadores, estudante e movimentos sociais contra os cortes na educação e contra a reforma da previdência.

”Até agora todas as medidas tomadas pelo governo Bolsonaro foram contra os trabalhadores e contra os serviços públicos. Nós não podemos e não iremos ficar parados. Vamos todos ocupar as ruas dia 14 de junho e mostrar que os trabalhadores não aceitarão continuar a pagar essa conta sozinho como vem fazendo nesses últimos anos”, disse Raimundo pereira, presidente do Sindsep/MA.

O Sindsep/MA foi representado na plenária pelo presidente Raimundo Pereira, os diretores Francisco José Farias Diniz, Valter Cezar Figueiredo, José Alfredo Torres , Kariane Cristine Barbosa Aires, Ilana Chagas Maciel, e a servidora do Ministério da Saúde, Rosimary Anunciação.

Outro ponto debatido na plenária foi a situação dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH que até agora não conseguiram avançar nas negociações de seu Acordo Coletivo de Trabalho-ACT 2019/2020. Mesmo após várias tentativas de acordo, o governo além de não discutir as reivindicações atuais ainda est[á ameaçando retirar direitos adquiridos. Após ouvir os delegados da EBSERH e discutir a pauta da categoria, foi aprovado na Plenária a participação de todos na greve geral do dia 14 de junho e o início da Greve dos trabalhadores da EBSERH por tempo indeterminado a partir do dia 18 de junho.

“Nós não aceitaremos a retirada de direitos e daremos todo apoio aos empregados da EBSERH em mais essa luta pela preservação dos direitos conquistados. Vamos ocupar as ruas contra a reforma da previdência e o corte de gastos na educação na greve geral dia 14 de junho e vamos parar os hospitais universitários a partir do dia 18 de junho em defesa dos direitos dos trabalhadores”, disse Sergio Ronaldo, secretário geral da Condsef/Fenadsef.

10ª Conferencia Estadual de Saúde do Maranhão tem a participação de delegados do Sindsep

Com o tema ‘Democracia e Saúde”, a 10ª Conferencia Estadual de Saúde do Maranhão foi aberta na noite da última quarta-feira (5), no Rio Poty Hotel, em São Luís, e reuniu cerca de 900 participantes para, de forma conjunta e participativa, a sociedade civil e poder público traçarem as diretrizes das políticas públicas de saúde no estado.
Na contramão do que prega o governo federal – ministro da saúde é contra a gratuidade universal do SUS – o governo do Maranhão através do secretário de saúde, Carlos Lula reafirma o compromisso em continuar impulsionando e efetivando os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), destacando que “as conferências são espaços de deliberação, solução e encaminhamentos para Secretaria de Saúde. De décadas em décadas debatemos muitos temas, mas o financiamento do SUS se mantém constante, pois o recurso é um componente fundamental na efetivação da saúde pública de qualidade”, ressaltou Lula.
Participando da Conferencia com diversos representantes de várias regiões do estado, o Sindsep/MA é um defensor e incentivador da participação popular nas esferas de discussões das políticas públicas, tendo assentos em diversos Conselhos de participação e controle social. Na Conferencia Estadual o sindicato está representado por uma bancada de 9 (nove) delegados.
“Nós entendemos que somente com a participação de todos os atores sociais poderemos pensar e encaminhar políticas públicas que alcancem os anseios da sociedade. Precisamos compreender que temos um espectro social bastante heterogêneo e somente com ampla participação social iremos alcançar os resultados esperados por todos”, disse Raimundo Pereira, servidor da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e presidente do Sindsep/MA.
A Conferencia que é aberta a sociedade reuniu representantes dos usuários, profissionais de saúde, gestores, prestadores, sociedade civil organizada com o forte proposito de debater políticas públicas de saúde e defender o fortalecimento do serviço público ofertado à população através do SUS.
“Essa é uma etapa importante do processo de elaboração de políticas públicas para a saúde e temos que otimizar os debates para a construção das propostas que serão encaminhadas e defendidas pelos delegados maranhenses na Conferência nacional que ocorrerá em agosto em Brasília”, explicou Manoel Lages, membro do Conselho Estadual de Saúde e diretor de Administração e Finanças do Sindsep/MA.

Delegados – A conferência estadual elegerá, nesta sexta-feira (7), os 100 delegados maranhenses que representarão o estado na 16ª Conferência Nacional de Saúde, em Brasília (DF), de 4 a 7 de agosto.
O Sindsep/MA chama a atenção da população usuária para a necessidade de ficarem atentos e vigilantes na defesa dos serviços públicos e principalmente no que diz respeito ao SUS uma vez que o ministro da saúde e até o presidente Bolsonaro já deixaram claro que querem privatizar também a saúde pública e para isso o primeiro passo é o corte de recursos e sucateamento do Ministério da Saúde.

Maioria das mulheres vai se aposentar aos 74 anos, se reforma do governo passar

A proposta de Emenda a Constituição (PEC) nº006, da reforma da Previdência, vai prejudicar extremamente as mulheres. O texto encaminhado ao Congresso Nacional por Jair Bolsonaro (PSL) aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 para 20 anos, impõe a obrigatoriedade de idade mínima de 62 anos para a mulher requerer a aposentadoria e diminui o valor do benefício.

Hoje, com 15 anos de contribuição e 60 anos de idade, a mulher recebe 85% do valor do benefício, calculado com base nos 80% melhores salários. Se a reforma for aprovada, elas receberão apenas 60% do valor do benefício, que será calculado com base em todas as contribuições, inclusive os primeiros e mais baixos salários.

O resultado da equação do mal de Bolsonaro e do seu ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, é trágico para a maioria das mulheres que, por ficarem mais tempo fora do mercado de trabalho, só vão conseguir se aposentar aos 74 anos de idade, segundo cálculos da professora de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Gentil.

De acordo com a professora, as mulheres representam 15% do total de desempregados do país , enquanto a média geral do país é de 12,5%. Além disso, o desalento atinge mais as mulheres. 56% dos quase cinco milhões de desalentados do país – pessoas que desistiram de procurar emprego depois de muito tentar e não conseguir – são mulheres.

As mulheres demoram muito tempo para voltar ao mercado do trabalho e ainda recebem menos. Dificilmente elas conseguem poupar e contribuir além de 4,7 meses durante o ano. Isto significa que se a PEC de Bolsonaro for aprovada, as mulheres só vão se aposentar aos 74 anos, porque não vão conseguir contribuir mais 60 meses até chegar a idade mínima de 62”, explica Denise Gentil.

E é exatamente este o drama da jornalista Mari Angela Magalhães, de 56 anos. Divorciada e mãe de três filhos que, mesmo contando com o auxílio do ex-marido para as despesas dos filhos, só conseguiu contribuir com o INSS por 14 anos, por falta de uma recolocação no mercado de trabalho com carteira assinada ou com salário decente.

Mari Angela que começou a trabalhar aos 16 anos com carteira assinada, sentiu na pele o preconceito do mercado do trabalho. Após o nascimento do primeiro filho quando tinha 23 anos, praticamente deu adeus ao emprego formal.

“O mercado de trabalho coloca as mulheres com filhos à margem. Não são os filhos que dificultam porque trabalhei muitos anos como PJ [pessoa jurídica], dando nota fiscal, quando me deram oportunidade de mostrar o meu trabalho. Mas, mesmo assim, o mercado prefere nos dar subempregos, evitando o pagamento de direitos trabalhistas”, diz.

Ela reconhece que dificilmente conseguirá contribuir por mais seis anos para se aposentar, sofrendo o preconceito, agora, da idade. “Até aqui contribui com muita dificuldade, mas não sei se conseguirei pagar ininterruptamente mais seis anos. Além disso, ainda existe a possibilidade, se a reforma passar, eu perder no mínimo 25% do valor do benefício”, critica.

A dificuldade da mulher em conseguir um trabalho e os obstáculos para que ela contribua com a Previdência também é criticada pela secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Juneia Batista. Segundo ela, a mulher, é colocada à margem do mercado de trabalho por que além dos filhos, é ela quem cuida dos doentes e idosos.

“A mulher nunca se aposenta com o mesmo tempo de trabalho do homem. Ele consegue ter uma atividade produtiva por um tempo maior, sob o ponto de vista do capital, que não reconhece, que, na verdade, o trabalho reprodutivo das mulheres contribui, e, muito, com o PIB [Produto Interno Bruto]”, ressalta Juneia, que considera a reforma da Previdência mais cruel ainda para com as mulheres.

De acordo com ela, aos 74 anos ou aos 62, a mulher já estará cansada da dupla jornada. Vai precisar mais de medicamentos, não vai ter tempo de aproveitar a sua vida. E se a cartilha do ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, for implantada “vamos retroceder muito na agenda de proteção social da classe trabalhadora e das mulheres”. A única saída, diz a dirigente, “é se mobilizar, se organizar, parar o país no dia 14 de junho, dia da greve geral que a CUT e as outras centrais estão organizando contra esta reforma.”

A injustiça e a crueldade da reforma da Previdência para com a população, e em especial para com as mulheres, também é motivo de desabafo da jornalista Mari Angela Magalhães, que trabalhou a vida inteira, mas, que agora, quando mais chega perto da idade de se aposentar, mais distante fica deste objetivo de todos os trabalhadores. O pior, diz ela, é que a reforma vai economizar em cima da classe trabalhadora, não tem um item sequer que puna os grandes sonegadores. Não tem nada de combate a privilégios, como eles dizem.

“Se as empresas devedoras do INSS pagassem suas dívidas e a reforma da Previdência atingisse o Judiciário, os militares e o Executivo, se de fato ela fosse justa, não estaríamos pagando essa conta. Essa reforma é totalmente injusta”

– Mari Angela Magalhães

Reforma é cheque em branco ao governo e ao Congresso Nacional

A impossibilidade da mulher se aposentar aos 62 anos com 240 meses de contribuição não está sendo considerada pelos deputados, que preferem desconhecer as estatísticas do mercado, acredita a professora de economia da URFJ, Denise Gentil. Para ela, a reforma da Previdência é um cheque em branco dado à classe política, que ainda não definiu itens que afetarão o bolso da classe trabalhadora.

“O governo não apresentou os dados do impacto da reforma, nem para as mulheres, nem para os homens. A reforma é um cheque em branco para deputados e senadores, porque muitos parâmetros serão definidos por leis complementares, como alíquotas, base de cálculos, entre outros. Estaremos à mercê daquilo que o governo Bolsonaro quer impor em leis posteriores”, alerta a economista.

Milhares de pessoas tomam as ruas de São Luís em defesa da educação pública de qualidade

Os estudantes, professores, profissionais da educação e a classe trabalhadora como um todo, encheram as ruas de São Luís no último dia 30 maio, para lutarem contra os cortes na educação, anunciados pelo ministro Abraham Weintraub e contra a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL), rumo à greve geral do dia 14 de junho.

Milhares de pessoas imortalizaram o 30m, que será contado para as futuras gerações como um dos atos mais bonitos realizados pela sociedade civil organizada.

Foi uma atividade pacífica, que tinha como finalidade precípua, repassar para a sociedade todas as mazelas do desgoverno Federal, que infelizmente, tem como alvo a penalização da classe trabalhadora.

O Sindsep/MA mobilizou a sua Direção e a base, e caminhou junto com o universo da educação (alunos, professores e profissionais da educação) por uma educação pública e de qualidade, por melhorias de infraestrutura nas universidades e institutos, e pela valorização dos professores.

As atividades do 30m também aconteceram em todo o Brasil com a participação de milhares de pessoas.

São Paulo

Em São Paulo, uma multidão de mais de 200 mil pessoas, se reuniu no fim da tarde, no Largo da Batata, na zona oeste da cidade.

Alagoas

Na capital de Alagoas, Maceió, os estudantes e a população em geral se reuniram na Praça do Centenário, bairro do Farol.

Amapá

Em Macapá, o ato foi realizado na Praça da Bandeira, no centro da capital amapaense.

Salvador

Mais de 20 mil pessoas no bairro Campo Grande, outras milhares nas praças e largos nas demais cidades do Estado atenderam ao chamado no Segundo Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Educação e contra Reforma da Previdência.

Fortaleza

Mais de 100 mil pessoas se reuniram na Praça da Gentilândia, no bairro Benfica, onde pediram  #ForaBolsonaro, no ato da Greve Nacional da Educação.

Goiânia

A passeata em Goiânia seguiu pela Avenida Goiás, no Centro, chegando à Praça do Bandeirante.

Mato Grosso

Na capital, Cuiabá, mais de 5 mil estudantes e trabalhadores foram às ruas da capital matogrossense.

Minas Gerais

Milhares de pessoas se reuniram na Praça Afonso Arinos, no centro de Belo Horizonte.

Pará

A concentração do ato #30M foi na Praça da República, no bairro Campina.

Paraíba

Na capital da Paraíba, João Pessoa, a concentração do ato foi no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Paraná

Em Curitiba, onde o presidente Lula, vem sendo mantido como preso político, desde o dia 7 de abril de 2018, os paranaenses fizeram o ato na Praça Santos Andrade, no centro.

Pernambuco

Na capital pernambucana, a concentração foi na rua Aurora, no bairro Santo Amaro, de onde saíram em passeata.

Rio de Janeiro

Em frente à Assembleia Legislativa do Estado houve uma aula pública e uma intervenção teatral. Depois os estudantes saíram em passeata até a Candelária, onde o ato reuniu milhares de pessoas.

Rio Grande do Norte

Na capital do Rio Grande do Norte, Natal, milhares de pessoas saíram às ruas em defesa da educação, contra a reforma da Previdência e em apoio à greve geral no dia 14 de junho.

Sergipe

Mais de 30 mil pessoas saíram ás ruas de Aracaju, onde se concentraram na Praça General Valadão, região central.  Os manifestantes saíram em caminhada pela Avenida Hermes Fontes, uma das mais importantes da cidade. O ponto final foi no terminal de integração do DIA – Distrito Industrial de Aracaju, onde circula grande parte das linhas urbanas de transporte público.

No exterior

Inglaterra

Em Londres, os ativistas que fazem parte do movimento Academics for freedom Brazil, também engrossaram o coro contra os cortes de 30% na educação.

Suíça

Manifestantes em tom de ironia fizeram o ‘Piquinipe da Balbúrdia”.

Greve Geral

E já tem atos rumo a greve geral do dia 14 de junho confirmados em 24 capitais, no Distrito Federal e mais de 150 cidades das Regiões Metropolitanas e do interior dos estados, segundo levantamento feito pelas CUTs estaduais e pela UNE.

Com informações da CUT

Trabalhadores realizam grande ato contra os cortes na educação e contra a Reforma da Previdência

Ontem, 30, Sindsep/MA, CUT, centrais, sindicatos, estudantes, professores, profissionais da educação e a sociedade civil organizada, realizaram um grande ato contra os cortes na educação, anunciados pelo ministro Abraham Weintraub e contra a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL), rumo à greve geral do dia 14 de junho.

Foto de Nielsen Furtado

Os atos aconteceram em todo o Brasil, e foram convocados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), que é veementemente contrária ao projeto de país de Bolsonaro, que quer destruir a educação e a aposentadoria, acabar com o patrimônio público, as empresas estatais e destruir movimentos sindical.

Em São Luís, a concentração da mobilização aconteceu na Praça Deodoro, de onde saíram em caminhada até a Praça dos Catraieiros, na Praia Grande, onde aconteceu o encerramento da atividade.

 As atividades também aconteceram em outras cidades do interior do Maranhão, como Bacabal (Praça Silva Neta), Pinheiro (Praça Centenário) e Timon (Praça São José).

No Diário de segunda-feira, 03, serão repassadas mais informações sobre as mobilizações realizadas nesta quinta.

Greve Geral

E já tem atos rumo a greve geral do dia 14 de junho confirmados em 24 capitais, no Distrito Federal e mais de 150 cidades das Regiões Metropolitanas e do interior dos estados, segundo levantamento feito pelas CUTs estaduais e pela UNE.

Com informações repassadas pela CUT.

30 de maio: Todos juntos por uma educação pública e de qualidade

O Sindsep/MA, CUT, demais centrais, sindicatos, estudantes, professores e profissionais da educação, realizam hoje, 30, às 15, um grande ato em defesa da educação pública de qualidade e contra os cortes anunciados pelo Governo Federal.

A estimativa dos organizadores é que o evento siga os moldes do ato de 15 de maio, onde milhares de pessoas encheram as ruas de São Luís, e também em várias cidades do Maranhão.

A concentração do evento vai ser na Praça Deodoro, de onde sairão em caminhada até a Praça dos Catraieiros, na Praia Grande, onde acontecerá o encerramento da atividade.

O Sindsep/MA convoca toda a sua base para participar do evento, que defende a educação, e repudia os cortes nos orçamentos das universidades públicas e institutos federais e é contra a Reforma da Previdência.

A CUT também emitiu nota mobilizando toda a sua base, endossando, que a atividade de hoje, coloca a classe trabalhadora e setores cada vez mais amplos da sociedade em movimento contra as políticas desastrosas do desgoverno Bolsonaro.

Dia 15 de maio 

O Sindsep/MA, assim como a totalidade do movimento social, enxerga a atividade realizada no último dia 15 de maio, como um momento ímpar na política atual do Brasil.

Segundo lideranças sindicais e sociais, as mobilizações devem continuar junto à sociedade, como a coleta de assinaturas do abaixo assinado contra a Reforma da Previdência, panfletagem e a intensificação da pressão aos deputados e senadores em suas bases eleitorais – pressão sobre vereadores, prefeitos e cabos eleitorais –, “denunciando os apoiadores da reforma como inimigos da classe trabalhadora”.

Vamos para as ruas.

Precisamos mostrar que juntos somos mais fortes.

 

Sindsep/MA se reúne com servidores da Ex-Roquette Pinto e funcionários da EBC

O Sindsep/MA através dos diretores Raimundo Pereira de Souza (Presidente), Cleonice Rocha (Vice-presidente) e da advogada Maíra Passos, estive reunido na última segunda-feira, 27, com os servidores da ex-Roquette Pinto e funcionários da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para tratarem sobre assuntos referentes ao fechamento da “praça” no Maranhão.

Na oportunidade, Raimundo Pereira e Cleonice Rocha passaram os informes nacionais e locais, relatando as atividades que aconteceram no dia 15, a que vai acontecer amanhã, dia 30 de maio, e também a Greve Geral marcada para o próximo dia 14 de junho. Os dois diretores foram enfáticos em afirmar a necessidade da mobilização maciça dos servidores públicos federais nesses dois eventos programados para acontecer.

Maíra repassou informações sobre os processos de aposentadoria, e sobre a Reforma da Previdência que o Governo Federal quer aprovar. Segundo ela, as novas regras não iriam enquadrar os servidores que pretendem pedir a aposentadoria neste ano.

Ainda segundo ela, as novas regras irão afetar, caso a Reforma seja aprovada, apenas as pessoas que se aposentarem após a edição da nova lei.

Maíra ainda comentou sobre a minuta que o Sindsep/MA irá protocolar junto ao Ministério Público do Trabalho, solicitando mediação e acompanhamento no processo de transição dos servidores e funcionários da EBC para outros órgãos, garantindo assim, que todos os direitos funcionais fossem respeitados.

“O Sindsep/MA está buscando o melhor caminho dentro desse contexto maléfico criado pelo Governo Federal. Estamos falando do fechamento de uma emissora de televisão pública. Não só o Maranhão perde com o fechamento da EBC no estado, mas o jornalismo engajado no âmbito social do Brasil também sai fragilizado com esse ato irresponsável do Governo”, declarou Raimundo Pereira.

Confira onde já tem atos marcados para o dia 30 pela educação e aposentadoria

A União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) convocaram mais um dia de luta nesta quinta-feira (30) contra os cortes na educação e contra a reforma da Previdência que praticamente acabam com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros.

A CUT e entidades filiadas como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) aderiram ao dia de luta e estão organizando suas bases para participar, assim como outras centrais sindicais.

De acordo com dados da UNE e das CUTs estaduais, já tem manifestações confirmadas em 24 capitais e 45 municípios no interior e no litoral do país.

Confira as capitais onde já tem atos marcados:

Aracaju (SE) – às 15h, na Praça General Valadão

Belém (PA) – às 16h, na Praça da República

Belo Horizonte (MG) – às 17h, na Praça Afonso Arinos

Brasília (DF) – às 10h, no Museu Nacional

Campo Grande (MS) – às 15h, na Praça Ary Coelho

Curitiba (PR) – às 18h, na Praça Santos Andrade

Cuiabá (MT) – às 14h, na Praça Alencastro

Florianópolis (SC) – às 15h, na Praça XV de Novembro

Fortaleza (CE) – às 14h, na Praça da Gentilândia

A Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado (Fetamce ) tem atos dos municipais marcados em Iguatu (às 8h, na Praça da Caixa Econômica Federal), Cariri (às 8h, no Parque da Cidade, em Barbalha),Quixadá (às 8h, na Rua José de Queiroz Pessoa, 2554, Planalto Universal) e em Sobral (às 18h30, no IFCE Campus, na Av. Dr. Guarani, 317, Derby CLube).

Goiânia (GO) – às 15h, na Praça Universitária

João Pessoa (PB) – às 15h, no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Macapá (AP) – às 16h, na Praça da Bandeira

Maceió (AL) – às 13h, na Praça do Centenário

Manaus (AM) – às 15h, na Praça da Saudade

Natal (RN) – às 15h, no  Shopping Midway

Porto Alegre (RS) – às 18h, na Esquina Democrática – Borges de Medeiros X Rua dos Andradas

Porto Velho (RO) – às 16h, na Fundação Universidade de Rondônia (UNIR) Centro

Recife (PE) – às 15h, na Rua Aurora

Rio Branco/AC – às 8h, tem ato na Praça da Revolução, em frente ao CERB. Às 17h, tem sarau da revolução

Rio de Janeiro (RJ) – às 16h, na Candelária

Salvador (BA) – às 10h, na Praça do Campo Grande

Tem ato também em Itabuna, às 15h, no Jardim do Ó

São Luís (MA) – às 15h, na Praça Deodoro

São Paulo (SP) – às 16h, no Largo da Batata

Teresina (PI) – às 8h, em frente ao INSS

Vitória (ES) – às 16h30, no Teatro da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Fonte: CUT

Sindsep/MA realiza assembleia para tratar sobre ACT 2019/2020

O Sindsep/MA realiza hoje, 28, uma Assembleia por Local de Trabalho na Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares no Maranhão (Ebserh-MA), a partir das 12:30h, na qual, terá como pauta: informes, ACT 2019/2020 e outros.

No próximo dia 8 de junho, a Condsef/Fenadsef, irá realizar uma plenária nacional com os trabalhadores da Ebserh, para tratar sobre o impasse no processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020 da categoria.

A Direção do Sindsep/MA vai se reunir amanhã, 29, para discutir os pormenores da plenária, para que assim, tome os encaminhamentos necessários para garantir a representatividade do Maranhão.

A Condsef/Fenadsef solicitou junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) um pedido de mediação na expectativa de destravar as negociações após várias rodadas de reuniões sem consenso.

A Ebserh havia dito que daria resposta sobre o dissídio até o dia 17, o que não ocorreu. Hoje, a Condsef/Fenadsef foi informada de que a Sest (Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais) não teria ainda retornado a empresa e que provavelmente uma resposta deve vir entre os dias 29 e 30 desse mês. Cinco reuniões já aconteceram. Na última, realizada no início desse mês, o cenário não se alterou e a Ebserh manteve a proposta rejeitada em assembleias pela categoria.

Impasse

Além de propor um reajuste abaixo da inflação do período, de apenas 1,576%, o percentual não seria aplicado aos benefícios, como auxílio alimentação, que ficariam congelados. A empresa quer retirar ainda direitos já garantidos no ACT anterior, o que a categoria não concorda. Entre as mudanças, a Ebserh quer retirar cláusula que trata de abonos e alterar redação sobre licença para acompanhar familiares em exames e consultas médicas.

Por todo o cenário e manutenção do impasse, a Condsef/Fenadsef orienta suas filiadas à enviar representantes dos empregados da Ebserh para participar da plenária nacional no dia 8 de junho. Além das pendências do ACT 2019/2020, a categoria deve debater os próximos passos e ações do processo de mobilização para que os impasses instalados possam ser destravados.

Com informações da Condsef.