Trabalhadores e trabalhadoras da Ebserh realizam mais um dia de atividade grevista

Os trabalhadores e trabalhadoras da Ebserh/MA realizaram hoje, 29, mais um dia de intensas atividades grevistas.

Logo pela manhã a categoria organizou uma caminhada por algumas ruas do Centro de São Luís, evento esse, que já se tornou marca registrada desse movimento grevista.

A participação maciça dos trabalhadores e trabalhadoras vem demonstrando que a categoria está coesa na busca por um ACT que traga ganhos reais para os empregados da Empresa.

 

Reunião mediada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST)

O Comando Nacional de Greve e a Ebserh foram convocados para uma reunião de mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST).

 

Durante a reunião a Empresa concordou em manter todas as cláusulas sociais, retirar do rol de discussões a questão da insalubridade e abonar as faltas.

A reunião foi suspensa para o almoço, e no retorno o Comando Nacional de Greve apresentaria o percentual desejado de reajuste de 22,30% nos salários e benefícios.

Chegando a um consenso esse percentual de reajuste pode ser levado para pauta do TST já no próximo dia 10.

 

Sem resposta da Ebserh, movimento paredista alcança 36 hospitais e sede da empresa

A greve dos trabalhadores e trabalhadoras da Ebserh entrou no 8º dia fortalecida e já foi deflagrada em 19 estados, mais o Distrito Federal paralisando 36 hospitais, além da sede da empresa. Em razão da consolidação do movimento paredista e sem qualquer resposta por parte da empresa, o TST encaminhou notificação convocando a os representantes da categoria para uma reunião de mediação para amanhã, 29, às 10 horas.

Mesmo sofrendo assédio e ameaças de retaliação, a cada dia que passa cresce a adesão dos trabalhadores e trabalhadoras nos hospitais Universitários Materno Infantil e Presidente Dutra ao movimento grevista no Maranhão.

O secretário-geral da Condsef/Fenadsef, Sérgio Ronaldo da Silva, reforça a importância do movimento crescente de mobilização dos empregados. “A cada momento que a direção impõe o silêncio a greve cresce. A cada ameaça da direção, a mobilização aumenta”, avalia.

O sindicato destaca que a greve vem sendo construída de forma a respeitar as determinações exigidas na liminar do TST, assegurando a continuidade da prestação dos serviços essenciais.

“Precisamos continuar mobilizados e unidos para ampliar o movimento paredista respeitando as determinações da Justiça do trabalho para assim assegurarmos a conquista das nossas reivindicações”, afirmou João Carlos Martins, presidente do Sindsep/MA.

 

Greve da Ebserh/MA avança e trabalhadores vão para as ruas expor descaso da empresa

Os trabalhadores e trabalhadoras da Ebserh/MA realizaram hoje, 27, atividades do 7º dia de greve.

A categoria realizou uma caminhada, que já virou característica do movimento grevista, pelas ruas ao redor do Hospital Universitário Presidente Dutra, onde fizeram mobilização no Hospital Materno Infantil e no Prédio de Oftalmologia da UFMA.

Os trabalhadores e trabalhadoras estão participando ativamente do movimento grevista que está com a dinâmica de atividades distribuída em 3 turnos; manhã, tarde e noite.

Ainda ontem os empregados da Ebserh divulgaram uma carta aberta à sociedade onde apontam as contradições da direção da empresa que se nega a negociar com seus empregados preferindo atingir a população num desgastante processo onde ameaça com a retirada de direitos trabalhadores que arriscaram suas vidas e não deixaram de atender a população em nenhum minuto durante a pandemia.

Na carta os empregados destacam que a população “não merece sofrer vendo a maior rede pública de hospitais padecer por conta de uma gestão contraproducente”.

Confira a íntegra do documento no verso do Diário.

Com informações repassadas pela Condsef.

Descaso com trabalhadores e trabalhadoras da Ebserh/MA faz greve entrar no 6º dia

Trabalhadores da EBSERH no Maranhão entram no 6º dia de greve com o movimento coeso e fortalecido pelo engajamento da categoria mesmo sofrendo ameaças e assedio por parte da direção da empresa.

Não é aceitável que os trabalhadores e trabalhadoras que cuidaram de nossa população nos momentos mais críticos da pandemia sejam tratados com tamanho descaso. Já são mais de três anos sem recomposição salarial e o que ainda pior, sem negociações concretas com os trabalhadores.

A greve não boa para ninguém, mas esse foi o ultimo recurso da categoria para tentar resolver esse imbróglio criado pela direção da EBSERH que parece não ter fim. Somente a paralisação dos trabalhadores e trabalhadoras forçará a empresa a voltar a negociar os pontos conflitantes do ACT.

“Não é razoável que essa categoria que foi tão importante na maior crise sanitária dos últimos cem anos no Brasil seja tratada dessa forma desrespeitosa. Com tanto dinheiro entregue ao Centrão através de emendas secretas nós não aceitaremos perder direitos e ficarmos mais tempo sem reajustes”, afirmou João Carlos Martins, presidente do Sindsep/MA.

É importante destacar que a greve é um direto LEGAL dos trabalhadores, é nacional e já está efetiva em 17 estados e dois em mobilização, já sendo considerada a maior paralisação dos empregados e empregadas na EBSERH na história. “A categoria precisa continuar unida na greve e mobilizada para fazer o enfrentamento a esse governo que não respeita os trabalhadores e a própria sociedade que precisa dos cuidados da categoria”, disse Marcos Ferreira, trabalhador da EBSERH e diretor de comunicação do Sindsep/MA.

 

Jurídico detalha percentual estabelecido em liminar do TST para greve da Ebserh

A greve dos trabalhadores e trabalhadoras da Ebserh entrou hoje, 23, no terceiro dia de mobilização.

No Maranhão, as atividades estão acontecendo durante todo o dia, com caminhadas nas primeiras horas da manhã pelas avenidas que circundam o Hospital Universitário Presidente Dutra.

A categoria está mobilizada e unida na luta por uma resposta satisfatória para os trabalhadores com relação ao ACT 2022/2023.

TST

A assessoria jurídica da Condsef/Fenadsef, LBS Advogados, elaborou esclarecimentos técnicos que detalham o que a liminar concedida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) – a pedido da direção da Ebserh – assegura aos empregados em termos de percentuais de adesão à greve por tempo indeterminado iniciada nessa quarta-feira, 21, em todo o Brasil. O movimento paredista aprovado em plenária nacional pela maioria absoluta da categoria é visto como último recurso num processo de tentativa de negociações sem avanços junto à direção da empresa.

A greve é nacional e já começa forte e unificada. Para as entidades, a decisão liminar do TST dá todas as condições de manter o movimento, com o objetivo de fazer com que a empresa abra um processo de negociação, de fato, com a categoria.

Nessa quarta o comando nacional de mobilização realizou uma reunião de emergência que debateu as orientações para que a categoria possa, sem riscos, lutar por seus direitos que estão ameaçados.

Todo o apoio político e jurídica à greve dos trabalhadores da Ebserh vai continuar sendo dado. A assessoria jurídica da Condsef/Fenadsef vai apresentar junto aos autos do processo no TST defesa referente à notificação sobre dissídio de greve apresentado pela empresa, que inclui pedido de julgar coletivamente cláusulas sociais e econômicas. Ao mesmo tempo, será solicitado ao TST a reabertura do processo de mediação dos ACTs ainda pendentes.

O Comando Nacional de Greve irá se reunir diariamente para promover avaliação permanente e fazer os encaminhamentos sobre a greve. As informações continuam sendo divulgadas aqui em nossa página e em nossas redes sociais. Acompanhe.

Explicações à sociedade

Cientes de sua responsabilidade para com a saúde da população, os empregados da Ebserh divulgaram uma carta à sociedade destacando cinco motivos centrais que fizeram com que a categoria decidisse pela greve nacional. Com 40 hospitais no atendimento de média e alta complexidade, os empregados não conseguem ver interesse da direção da empresa nas resoluções de acordos coletivos de trabalho que se arrastam há anos e que atenderiam a quase 40 mil trabalhadores.

Em plena pandemia, os empregados e empregadas da Ebserh viveram o que chamam de “tempos sombrios” com a atual gestão da empresa. Com rotinas extenuantes e vivendo durante a pandemia de Covid-19 um dia a dia de trabalho não só desgastante como arriscado, a categoria se viu desrespeitada e desvalorizada por quem tem a obrigação constitucional de reconhecer a importância desse trabalho essencial para a sociedade: o próprio governo.

A categoria conclui a carta destacando o reconhecimento da sociedade pelo trabalho desempenhado, mas que, infelizmente, se vê invisível para o governo. Por isso, a decisão de iniciar uma greve por valorização e preservação de direitos foi o caminho encontrado. “Apoiem-nos nesta batalha pela valorização dos serviços públicos. O BRASIL precisa disso!”, pedem à população.

Com informações repassadas pela Condsef/Fenadsef

 

Trabalhadores da Ebserh/MA entram em greve por tempo indeterminado

Trabalhadoras e trabalhadores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH no Maranhão entraram em greve por tempo indeterminado para exigir o fim dos impasses no processo de negociação entre a empresa e a categoria.

O movimento é nacional e está mobilizando praticamente toda a categoria em todos os estados da federação, sendo mantidos apenas os serviços essenciais e inadiáveis à população.

Já são três anos sem a assinatura de Acordos Coletivos de Trabalho (ACT), em todas as negociações durantes esses três anos, a empresa travou o processo, negando reajustes e ainda e tenta impor a retirada de direitos da categoria a todo custo.

“Nós estamos tentando negociar com a direção da empresa respeitando seus limites, mas não podemos aceitar que além de não termos o reajuste necessário e justo para os trabalhadores a direção da EBSERH ainda queira tirar nossos direitos duramente conquistados ao longo dos anos.”, disse Ilana Maira, dirigente do Sindsep/MA e representante dos trabalhadores na Mesa de Negociação nacional da EBSERH.

A paralisação começou às 7 manhã de hoje com um pequeno café da manhã disponibilizado pelo Sindsep aos trabalhadores e trabalhadoras e seguirá por tempo indeterminado até que as reivindicações da categoria sejam atendidas.

O Sindsep/MA estará dando toda a infraestrutura necessária para manter a mobilização e o fortalecimento do movimento paredista. “Nós estamos trabalhando junto aos nossos diretores e delegados sindicais de base na EBSERH para garantir a estrutura e a mobilização da categoria e assim construirmos uma greve forte de forma a pressionar a empresa a atender nossas reivindicações”, disse Raimundo Pereira, vice-presidente do Sindsep/MA.

Empregados da Ebserh entram em GREVE a partir de amanhã, 21

Os trabalhadores e trabalhadoras da Ebserh em todo o Brasil vão entrar de greve a partir de amanhã, 21 de setembro.

A deliberação pelo movimento paredista no Maranhão, aconteceu em uma assembleia por local de trabalho realizada pelo Sindsep/MA no último dia 31 de agosto, e ratificada pela categoria dia 16 de setembro.

Amanhã, às 7h, no Hospital Universitário Presidente Dutra, a categoria vai iniciar o ato grevista para expor à sociedade todos os pontos que estão levando os trabalhadores a paralisarem suas atividades.

A paralisação é vista como último recurso dos trabalhadores frente aos impasses no processo de negociações com a empresa. Serviços essenciais e inadiáveis à população serão

É fundamental reforçar que a greve é um direito dos trabalhadores quando esta é a alternativa única capaz de assegurar a luta por direitos conquistados. Esse é o caso dos empregados e empregadas da Ebserh. Um comunicado conjunto das entidades também traz explicações importantes acerca da greve geral.

Três anos e meio sem reajuste de salários em nenhuma das cláusulas econômicas e sem avanços no debate com a direção da empresa. Os empregados classificam como tempos sombrios onde no auge da pandemia a categoria sofreu ameaças de retirada de direitos. Com rotinas de trabalho extenuantes no lugar de reconhecimento os empregados receberam desprezo por parte da direção da empresa.

Você sabia?

Que a juíza do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que mais uma vez media o processo de negociações dos ACT´s da Ebserh, tentou negociar com a empresa 20% de reposição salarial com retroativo apenas a partir de janeiro desse ano, mantendo as demais cláusulas do atual ACT. Mas a empresa negou. A direção da Ebserh insiste na retirada de direitos, enquanto isso, as perdas salariais da categoria passam da casa dos 25%.

Por essas questões é importante que todos os trabalhadores e trabalhadoras da Ebserh possam fazer parte do movimento grevista, para que assim, a categoria possa mais uma vez demonstrar todo a sua força perante os desmandos da Empresa.

Com informações da Condsef.

Trabalhadores da Ebserh ratificam greve

Os trabalhadores e trabalhadoras da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh/MA), reuniram-se hoje, 16, e discutiram o movimento grevista que vai iniciar-se no próximo dia 21 de setembro.

Na reunião de hoje foram esclarecidas algumas dúvidas e deliberada a Comissão de Greve para melhorar a organização da categoria durante a mobilização.
A reunião aconteceu no Hospital Universitário Presidente Dutra, e contou com uma boa participação da categoria.

Trabalhadores e trabalhadoras da enfermagem foram às ruas para repudiar a decisão de Roberto Barroso em suspender a Lei do Piso

Na última sexta-feira, 09, os profissionais de enfermagem no Maranhão ocuparam as ruas de São Luís para protestarem contra a deliberação monocrática do ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, que concedeu liminar suspendendo a aplicação da Lei do Piso da categoria.

Em uma grande caminhada que percorreu grandes avenidas da capital maranhense os profissionais da enfermagem mostraram todo o seu descontentamento com a decisão do Ministro, e dessa forma, buscam pressionar para que a decisão seja modificada em julgamento no plenário virtual, que em caso de não haver vistas ou destaque a análise pode ser concluída no dia 16 de setembro.

Os profissionais da enfermagem foram às ruas em todo o Brasil, e nas palavras de ordem bradaram por respeito e reconhecimento da Lei aprovada no Congresso. Em sua decisão o ministro apontou preocupação com o impacto nos serviços de saúde e os riscos de demissões caso o piso seja implementado. Para o ministro é preciso apontar de onde virão os recursos para o cumprimento da Lei. O prazo para que essas informações sejam enviadas ao STF é de 60 dias.

De acordo com levantamento do Dieese, o incremento financeiro necessário ao cumprimento dos pisos será de R$ 4,4 bilhões ao ano para os Municípios, de R$ 1,3 bilhão ao ano para os Estados e de R$ 53 milhões ao ano para a União. A decisão gerou repercussão entre entidades representativas da categoria que não descartam a possibilidade de uma greve em defesa do piso.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco chegou a marcar uma reunião com Barroso com objetivo de contornar a situação. Para Pacheco, não resta dúvida de que o real desejo dos Três Poderes é “fazer valer a lei federal e, ao mesmo tempo, preservar o equilíbrio financeiro do sistema de saúde e entes federados. Com diálogo, respeito e inteligência, daremos rápida solução a isso”, disse.

Recursos existem e são mais que suficientes para o cumprimento da Lei

 

Para a Condsef/Fenadsef e suas filiadas os recursos existem e são mais que suficientes para fazer cumprir o direito já garantido em Lei aos profissionais de enfermagem. A entidade, que representa empregados da Ebserh, em luta também pela aprovação de ACT´s de 2021/2022 e 2022/2023, segue junto com os trabalhadores na defesa pelo cumprimento do piso. “O que a categoria como toda classe trabalhadora quer é o devido reconhecimento e ser tratada com dignidade”, pontuou Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef/Fenadsef.

Em plenária nacional da categoria, por maioria absoluta, empregados da Ebserh aprovaram a realização de greve a partir do dia 21 desse mês. Nas próximas semanas, assembleias nos estados devem ser realizadas para ratificar o resultado da plenária nacional. Outro passo é buscar a unidade da greve com as demais entidades nacionais que compõem as negociações na mesa dos acordos coletivos de trabalho da Ebserh.

No processo que envolve a tentativa de firmar acordo com a direção da Ebserh os trabalhadores têm enfrentado ameaças de retirada de direitos, desmonte e desrespeito por parte do governo Bolsonaro. Há entre a maioria dos empregados um sentimento de desrespeito e desvalorização por parte da direção da empresa.

Com informações da Condsef.

Empregados da Ebserh debatem em plenária nacional greve a partir do dia 21

Condsef/Fenadsef

Empregados e empregadas da Ebserh da base da Condsef/Fenadsef participam nessa terça-feira, 6, a partir das 19 horas, de uma plenária nacional que será realizada pela plataforma Zoom. O link da plenária foi enviado às entidades filiadas e compartilhado junto à categoria. Após a realização de assembleias por estado, a plenária vai deliberar sobre a deflagração de uma greve nacional a partir do dia 21 desse mês. O andamento do processo de dissídio coletivo de greve 2020/2021 junto ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) também estará em pauta.

A pedido da Comissão Nacional de Empregados da Ebserh, a assessoria jurídica da Condsef/Fenadsef elaborou parecer em que traz explicações comparativas entre o dissídio de greve instaurado pela empresa e um dissídio econômico. Em quadro comparativo é possível verificar diferenças sobre características processuais e alcance da sentença normativa em cada caso.

Confira:


Fonte: LBS Advogados

A Condsef/Fenadsef já havia divulgado esclarecimentos aos empregados públicos da Ebserh alertando que não corresponde à verdade uma nota divulgada pela empresa de que a “Petição apresentada pelas entidades sindicais” poderia “adiar o desfecho das negociações do Acordo Coletivo de Trabalho”.

O mencionado dissídio é específico requerendo a abusividade da greve que seria iniciada em 13/05/2021 não sendo de natureza econômica e nem jurídica.

Para o secretário-geral da Confederação, Sérgio Ronaldo da Silva, é lamentável que a empresa se passe por um ‘papel esdrúxulo’ tentando colocar os empregados contra suas representações sindicais. “Vamos continuar fortalecidos e mobilizados cobrando nossos direitos para colocar essa direção que não valoriza seus empregados no seu devido lugar”, reforçou.

Luta pelo piso da enfermagem continua e também pode levar a greve 

Outro tema que deve ser debatido na plenária é a liminar do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu neste domingo, 4, o pagamento do piso salarial da enfermagem. A categoria já se mobiliza e pode também deflagrar paralisação de atividades em todo o país.

A decisão repercutiu em diversas instâncias. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco marcou uma reunião com Barroso para esse terça com objetivo de contornar a situação. “O piso salarial nacional dos profissionais da enfermagem, criado no Congresso Nacional, é uma medida justa destinada a um grupo de profissionais que se notabilizaram na pandemia e que têm suas remunerações absurdamente subestimadas no Brasil”, disse Pacheco.

O presidente do Senado acrescentou que não resta dúvida de que o real desejo dos Três Poderes é “fazer valer a lei federal e, ao mesmo tempo, preservar o equilíbrio financeiro do sistema de saúde e entes federados. Com diálogo, respeito e inteligência, daremos rápida solução a isso”.